Raimundos e Dead Fish juntos pela primeira vez em Campinas!

Na próxima sexta-feira (22/05) a banda Raimundos trás para Campinas/SP a turnê de seu novo disco, “Cantigas de Roda” lançado 2014, a banda também comemora seus 20 anos de estrada e promete um repertório repleto de clássicos e hits, escolhidos por votação popular no site da banda, e que marcaram a trajetória do grupo Brasiliense.

“Nosso novo show é uma tentativa de contar essa história, são vinte anos de rock, uma dezena de discos, reggae, ska, forró, HC, pauleira, baladas, escolhidas a dedo pra galera pular muito e cantar junto, soltar os bichos. Festa do rock, pra quem aprecia e pra quem quer conhecer. Uma coisa é certa, difícil é ficar parado!”. (Canisso – Baixo)

promoA apresentação também conta com a participação especial da banda capixaba Dead Fish, um dos mais importantes nomes da cena hardcore nacional e recentemente uma das principais atrações do tradicional Festival Autorock que aconteceu no final do ano passado na Concha Acústica do Taquaral. A banda apresenta o repertório de seu novo disco “Vitória”.

Serviço:
Data: 22 de maio (sexta-feira)
Horário: 21h abertura da casa / 23h Dead Fish / 0h45 Raimundos
Local: Prime Hall: Endereço: Rua Manoel dos Santos, 500 – Bairro Santa Cândida – Campinas – SP

Informações: (19) 3256-2373

Good Coffee!

Arquivo in Sônia: SoRo – Socia Revolucio (2001)

A banda campineira SoRo (do Esperanto “Socia Revolucio”), formada no ano de 2000 por Vinícius (bateria), Giovane (baixo), Sanches (guitarra e vocal) e Cubano (guitarra e vocal), começou como um projeto de um grupo anarquista local, a Falts (Frente de Ação Libertária para Transformação Social), para uma apresentação durante a comemoração do dia 1º de Maio. No final do mesmo ano entra na banda o trompetista Cássio, imprescindível para misturar os elementos do Ska ao Hardcore já executado pelo grupo.

Em 2001, a banda entra no Estúdio Piranha em Campinas/SP (por onde já passaram grandes nomes do punk campineiro, como Os Muzzarelas) para gravar seu primeiro disco “Socia Revolucio”.

Confira abaixo esse excelente trabalho que já se tornou um verdadeiro clássico do Punk/Hardcore local!

Good Coffee!

Lisabi lança EP “Of Violence” (Entrevistamos André Cardoso)

Amanhã (hoje), dia 18/02, a banda campineira Lisabi realiza o lançamento virtual de “Of Violence”, novo EP da banda que marca o fim da trilogia “Senseless Acts of Violence”. (Click aqui para informações sobre o lançamento).

O show oficial de lançamento acontece no próximo domingo, dia 23/02, ao lado da banda capixaba Dead Fish no Espaço Mog em Campinas/SP! (Click aqui para informações sobre o evento)

Conversamos com André Cardoso, baixista e vocalista da banda, que nos contou detalhes sobre o lançamento e sobre a próxima tour da banda pelo Estados Unidos.

Confira!

lisabi

No ano passado a banda realizou uma bem sucedida tour pelos Estados Unidos. Conte um pouco como foi essa experiência.

Foi tão boa que vamos voltar agora em Março pra mais dois meses de shows. Quanto a primeira tour nos EUA, conseguimos marcar graças ao contato que tivemos com o Jeff Rosenstock do Bomb the Music Industry!, com quem fizemos uma tour pelo Brasil em 2011. A partir daí, mandei uma tonelada de emails e conversei com uma galera até conseguir preencher todas as cidades da rota. Fazer tour com uma banda é uma das experiências mais libertadoras e viciantes que existem, no exterior então muito mais. Nunca tinha me tocado que a gente é gringo na gringa.

Desde o final do ano passado o Lisabi conta com dois  novos integrantes: Luccas Villela (Bateria) e Fabiano Benetton (Guitarra). Fale um pouco sobre eles, como surgiu o convite e como está sendo esse novo momento para a banda.

Amamos eles de paixão. O Benetton tem uma outra banda onde ele toca sons como The Fall of Troy e  Mars Volta, que a gente ama. O Luccas vem da Jennifer Lo Fi, que a gente ama também. A sinergia foi instantânea e eles já ajudaram a criar músicas que vão estar no nosso próximo EP. Quando propusemos o convite de entrar pra banda e sair em tour internacional por 2 meses rolou um frio na barriga muito grande, o compromisso que estávamos procurando é tipo um noivado, afinal eles teriam que investir uma grana em passagens e equipamentos e ainda sair de seus empregos. Felizmente rolou tudo bem no final.

No próximo domingo acontece o show de lançamento do EP “Of Violence” último da trilogia  “Senseless Acts of Violence”. Como estão os preparativos e a expectativa para show que também marca o inicio da segunda turnê internacional da banda.

Nós gravamos o ‘Of Violence’ no Studios MB em Barão Geraldo, pela Indie.Art. Escolhemos o Dead Fish para tocar com a gente no show de lançamento e decidimos fazer um evento disso, que agora chama ‘The Basement’. Teremos cópias do EP para venda e dois novos modelos de camisetas desenhadas pelo excelente Tila Barrionuevo. Quem for no show pode confirmar presença no evento e dar uma sugestão do que deveria tocar na discotecagem, eu mesmo vou baixar os sons e por pra tocar. Não temos muita expectativa além de tocar um bom show e poder ver todo mundo que a gente gosta nesse show para podermos nos despedir pessoalmente.

tour

A banda anunciou recentemente que o EP “Of Violence” será lançado e distribuído pelo selo norte americano Community Records. Conte um pouco sobre essa nova parceria.

Cara, eu cresci ouvindo e admirando bandas da Community Records, mas principalmente a ética DIY deles. Eu já trocava ideia com o Greg e o D Ray (donos do selo) desde 2011 e quando fomos pra New Orleans em Julho do ano passado eles nos armaram um show e nos hospedaram no QG deles. Eles tocam em uma banda animal chamada All People. Nossa música vinha sendo distribuída através de downloads pagos pela nossa gravadora antiga e pouca gente estava baixando. Pouco tempo depois saímos em uma coletânea da Com Recs e curtimos a ideia da nossa música ser distribuída através de download gratuito e pedidos pelo correio, que é um formato que eles oferecem. Trocando emails, naturalmente chegamos a conclusão que nosso próximo EP deveria sair por eles.

O que mais podemos esperar do Lisabi em 2014?

Bom, além do lançamento de ‘Of Violence’ pela Community Records, show de lançamento na MOG com o Dead Fish e 2 meses de tour nos EUA, vamos trazer o All People pro Brasil pra uma tour com a gente em Maio. Os caras já tiraram até visto. Depois disso, provavelmente vamos focar em compor um álbum full length, mas aí é só pra 2015.

Para você qual foi o momento mais marcante da banda em todos esses anos de estrada?

Não sei dizer ainda, sinto que mal começamos. Provavelmente a hospitalidade das pessoas que conhecemos em tour, o quão grato eu me sinto por termos sido recebidos do jeito que fomos. Isso e gravar o EP novo com os caras, que me fez sentir que tudo é possível.

promo

Fora o Lisabi quais outras bandas e projetos você tem participado atualmente?

Atualmente só a Lisabi mesmo. Dou aulas de inglês também, só mandar mensagem por inbox, (risos).

Espaço para você falar o que quiser

Ouvi rumores que algo de interessante vai acontecer no Bar do Zé na terça dia 25. Aos amigos e pessoas próximas da gente, vão pro show de lançamento com o Dead Fish. Quero me despedir de vocês pessoalmente. Depois desse show, só em Maio!

Good Coffee!

Festival Autorock 2013 anuncia programação (Entrevistamos Daniel Etê)

Foi divulgada essa semana a programação da sétima edição do Festival Autorock, o maior e mais importante evento destinado a música independente realizado na cidade de Campinas/SP.

O festival que será realizado esse ano entre os dias 08 a 18 de Agosto irá contar com inúmeras apresentações musicais, mostra de filmes e exposições de arte.

festival autorock 2013 cartaz_campinas

Entre as principais atrações musicais que estarão presentes este ano no festival estão as bandas: Mukeka di Rato, Rock Rocket, Polara, Drákula, Lisabi, Leptospirose, Hutt, Cólera e Corazones Muertos.

Confira aqui a programação completa e um breve papo que batemos com Daniel Etê, principal articulador e organizador do evento, que nos contou um pouco sobre a história do festival, curiosidades e muito mais! Confira.

Etê, como surgiu a ideia de criar um festival nesse formato? Conte um pouco da história do Autorock e como foram suas primeiras edições.

A ideia de fazer o Autorock veio em 2003, pois queríamos fazer uma comemoração dos 10 anos do primeiro Juntatribo e também porque a cidade estava bem parada, sem nada para fazer e sem nenhum lugar fixo aonde as bandas que gostávamos pudessem tocar… Ok, tinham algumas festas do Sergio Kapeta, mas eram só umas duas ou três por ano. Essa edição foi muito importante, pois ajudou a reunir o público de rock subterrâneo da cidade que andava bem disperso. No ano seguinte, 2004, copiamos descaradamente o Cardápio Underground de Bragança Paulista e adotamos o formato atual com exposições, mostras de vídeo, etc.

As duas primeiras edições rolaram no saudoso Centro Cultural Evolução. Em 2005 conseguimos um apoio da Secretaria de Cultura que disponibilizou a Estação Cultura para os shows gratuitos. Depois ficamos dois anos sem fazer o festival por algum motivo que não me lembro agora e voltamos em 2008 e 2009, pulamos mais um ano e fizemos outra edição em 2011 também com 10 dias. Quem sabe um dia role uma versão de um mês do festival, quem sabe?

Mas basicamente o Autorock é isso; um lugar para festejar, encontrar os amigos, conhecer gente nova, ouvir novas bandas, matar a saudade das bandas velhas e se divertir para caralho, afinal de contas vivemos disso.

Cartaz "Autorock 2003"

Cartaz “Autorock 2003”

Nessas seis edições, qual foi, na sua opinião, o momento ou o show mais marcante?

Durante uma época alguns oportunistas resolveram cooptar uma boa parte do público que juntamos para servir a seus próprios propósitos mequetrefistas. Eles tinham muito dinheiro para trazer bandas comerciais e alugar grandes sistemas de som, mas como já dizia o Lótus Rock: ”O rock and roll não se compra num Supermercado, muito menos num Shopping Center”. Então o show das Mercenárias em 2005 teve um gostinho especial de vingança já que lotamos a Estação Cultura sem ter nenhuma banda mainstream manjada e fizemos a divulgação com flyers silkados em papel craft pelos nossos comparsas do SHN. O show do Cólera na estação também foi a realização de um sonho adolescente, já que quando eu era um muleque de merda não rolava nada parecido por esses lados.

Esse ano o festival irá contar com a participação de inúmeras bandas de peso, entre elas: Polara, Hutt, Mukeka di Rato, Rock Rocket, Corazones Muertos , Leptospirose entre outras… Saindo um pouco do papel de organizador e olhando como expectador, qual show você está mais ansioso para assistir no festival desse ano?

É muito corre, corre e apesar da ajuda fundamental que está rolando de pessoas como o Renan (Trashcan Records) e da sua também, nunca consigo relaxar a bundinha e curtir o barato numa boa como eu gostaria.

Você tá querendo cagar na minha caveira né Zazá? Seria um relaxo com todas as outras bandas se eu disser qual é a minha preferida. Ok eu tenho uma ou algumas, mas não conto pra ninguém.

 

Por quais locais o Autorock vai passar esse ano?

Esse ano o Autorock ira passar pela DisORder, Casa São Jorge, Kabana, MIS, Biblioteca Municipal, Bar do Zé, Woods, Pista de Skate do Pe. Anchieta, Centro de Convivência, Carriero Estúdio e pela primeira vez na Concha Acústica do Taquaral.

Fale um pouco sobre o “AutoTrash”, a mostra de vídeos e curtas que acontece esse ano no festival.

AutoTrash é uma mostra de cinema/vídeo barra pesada, coisa fina mesmo. Temos material que faz com que o Lars Von Trier pareça com a Glória Perez. Carlos Reichenbach, Petter Baiestorf, Ivan Cardoso, Fernando Rick & Marcelo Appezato, John Waters, Shuji Terayama entre outros. A curadoria foi feita por Gurcius Gewdner, cineasta especialista em cinema doentão, da trashera ao experimental… Nossos filmes explodem feito dinamite!

Maiores informações sobre a mostra aqui.

E sobre as exposições?

Também gostamos de arte né? Mas nada de quadros de cavalos, vinho branco e mindinhos em riste por aqui. Vão rolar 3 exposições, a primeira na Galeria DisORder comigo, Filipe Guimarães (vulgo Valdomiro Mugrelise), Gui França e mais alguns convidados. Tem também uma de caricaturas homenageando Woodstock no Carriero Estúdio, outra do Vicente Magalhães na Biblioteca Municipal e a já clássica troca de desenhos do Carlos Dias na Casa São Jorge rolando paralelamente no dia do show da sua banda, o Polara.

daniel ete

Há alguns anos a cidade foi tomada por um marasmo criativo que deu vida a uma infinidade de bandas cover. Como você vê o cenário independente e autoral da cidade hoje? Você acredita que houve uma renovação?

Aqui sempre foi o paraíso de bandas covers e roqueiros covers, por outro lado sempre tivemos bandas duronas e persistentes em seus trampos autorais que cagam e andam para o que a maioria das pessoas acham. As coisas sempre se renovam de uma forma ou de outra, sempre existe o povo que não se conforma com o que está acontecendo e parte para cima feito um capeta. Um exemplo disso é o Lisabi que contrariando quem insiste em dizer que tocar músicas próprias não leva a lugar nenhum e que o negócio é apostar num repertório de canções consagradas pelo senso comum meia boca, acabou de chegar de uma tour pelos EUA.

Certa vez você disse: “Campinas é a cidade das bandas que batem na trave” (Se referindo a uma infinidade de ótimas bandas que surgiam na cidade, mais que por algum motivo acabavam não vingando ou simplesmente desapareciam do dia pra noite). Atualmente qual banda que você vê como destaque em nossa cena local? Alguma aposta?

Cagando na minha caveira de novo Zazá? Eu disse isso quando estava bem breaco, foi tipo uma piada de mal gosto duvidoso, mas é uma forma de ver a falta de apoio que rola para muitas bandas aqui. Já vi gente gravando ótimos trampos e fazendo shows monstruosos que sempre acabaram sendo ignoradas por uma boa parte do público da cidade. Azar desse público, eles que se fodam, sou feliz por ter visto o Grease fazer um dos shows mais animalescos do planeta no finado Ozz, com direito a vinho tinto com o gargalo quebrado, com sangue pelo palco e distorção para caralho, sou grato por ter visto o Anger que era o nosso Criptic Slaugther nos idos de 1988 assim como o Enforcer que era o nosso metal church, me diverti para caralho vendo as Lunettes e os Violentures no antigo e roqueiro Bar do Zé fedendo a fritura véia, curti uma onda  hippie barãogeraldense com o Astromato, dormi capotado na entrada do Soho com muito orgulho, poguei no show do Ofence com a aba do boné para cima, fiz guerra de tortas de creme de barbear enquanto o Lucrézia Borgia encerrava o Juntatribo II, sai na porrada com uns playboys idiotas que queriam zoar as garotas do No Class (aliás eu apanhei para caralho naquele dia), vomitei ao som do Quasimodo Traça Jaguadarte enquanto o Japoneis Black Flag tocava trompete feito um doente.

Me amarro na cultura rock obscura local, acredito no potencial, já vi isso acontecer, vivi essa porra  toda. A piada das bandas que batem na trave tem a ver com o fato de nenhuma banda local ter feito sucesso comercial, mas isso não importa, quem faz sucesso comercial é gente tipo a Sandy e Junior ou qualquer outra coisa jabazenta dessas. Essa terra foi injusta até com o Carlos Gomes, mas nem por isso ele parou de compor.

Aposto em todas as bandas que tocarão e nas que já tocaram no Autorock, aposto em bandas que ainda não foram escaladas para o festival, aposto em qualquer um que enrola cabos sujos de vômito as 5 da manhã depois de um show para 15 ou 20 cabeças, em gente que faz suas próprias canções e sua própria história, por mais torta que possa parecer.

drakula

Espaço para você falar o que quiser.

Quero agradecer a um monte de gente que nesses 10 anos, desde o primeiro Autorock até hoje, me deram um puta dum auxílio colossal:

Nicolas e suas ideias lazarentas, Walkyria por todo o amor, apoio e pelas broncas, você Zazá por assim como eu acreditar em todo esse povo torto, ao Renan, Cacá Toledo meu primeiro parceiro no festival, ao Paulão Shetara e ao mestre Camilo, Kátia e Marino, Gabriel Rapassi, Ney Carrasco, toda a produção do saudoso Valvulado, Artur Ramone, Luiz Fernando Carioca o rei do baile, Gláucio da São Jorge, Chistian Camilo, ao Ney o Satã, ao Denis do som que esperou 6 meses para receber, Kikão comendatore do Pe. Anchieta e sua gang, Artie “trimilique”, Backstage Produções, Riva Rock, Bazar Clube das Pin Ups, Rodrigo Grease e a mais alguém que eu possa ter esquecido porque eu tenho uma memória de galinha.

Mas agradeço principalmente por todas as mais de 100 bandas que já tocaram no Autorock e a todo o público presente, agradeço também a uns malas que nunca foram ao festival, mas também não fizeram a menor falta, muito pelo contrário.

PROGRAMAÇÃO FESTIVAL AUTOROCK 2013

 QUINTA-FEIRA – 08/08

19h – Abertura da Exposição “Auto” com Filipe Guimarães, Gui França, Daniel Ete e convidados.

Show com a banda: Malvo

Entrada: Gratuita
Local: DisORder – Rua General Osório, 1565 – Cambuí

21h – Show com as bandas: Polara (SP) e Mullet Monster Mafia (Piracicaba) + “Troca de Desenhos com Carlos Dias – Ao Seu Alcance”

Entrada: R$ 12 (até as 22h) – R$ 15 (após as 22h)
Local: Casa São Jorge – Av. Santa Izabel, 655 – Barão Geraldo

Polara

SEXTA-FEIRA – 09/08

19h – Show com a banda: Desenmascarado

Entrada: Gratuita
Local: Centro de Convivência de Campinas – Cambuí

21h – Show com as bandas: Bad Motors (Sorocaba) e Black Needles (SP)

Entrada: R$ 12 homem / R$ 8 mulher
Local: Kabana Bar – Av. Dr. Romeu Tortima, 485 – Barão Geraldo

SÁBADO – 10/08

16h – Show com as bandas: Human Trash (SP) e Wasted Pido (Itália)

Entrada: Gratuita
Local: Carriero Estúdio – Av. Barão de Itapura, 2043 – Guanabara

22h – Show com as bandas: Hutt (SP), No Sense (Santos), Flash Grinder (Joinvile) e Slag (Paulínia)

Entrada: R$ 15
Local: Woods Music Bar – Rua Erasmo Braga, 6 – Bonfim

22h – Show com as bandas: AQUëLES! e Corazones Muertos (Argentina)

Entrada: R$ 12
Local: Bar do Zé – Av. Albino J.B. de Oliveira, 1325 – Barão Geraldo

Corazones Muertos

DOMINGO – 11/08

16h – Show com as bandas:  Leptospirose (Bragança Paulista), Shame (Paulínia) Ohw Shit! (Americana), Ragar, Moby Dick e Don Ramon

Entrada: Gratuita
Local: Praça Integração – Av. João Paulo II – Padre Anchieta

SEGUNDA-FEIRA – 12/08

19h – Mostra “AutoTrash” – Curadoria: Gurcius Gewdner

O M da minha Mão (Carlos Reichenbach, 1979, 9 min)
Fuscão Preto – O Trailer (Fellipe Mattei Usa, 2 min, 2007)
War (Gurcius Gewdner, 6 min)
Cannibal Commando (Fellipe Mattei, Itália, 2 min)
Almoço na Relva (Gurcius Gewdner, 2013, 7 min)
Eu Caí da Ponte: Jorge Timm & Os Ilegais (Petter Baiestorf, 2012, 3 min)
Deus o Matador de Sementinhas (Petter Baiestorf, 1997, 2 min)
Desagradável (Fernando Rick & Marcelo Appezato, 2013, 120 min)

Local: Museu de Imagem e Som de Campinas (MIS) – Rua Regente Feijó, 859 – Centro

TERÇA-FEIRA – 13/08

19h – Mostra “AutoTrash” – Curadoria: Gurcius Gewdner

Émotion (Nobuhiko Obayashi, Japão, 1966, 39 min)
DR (Felipe Guerra/Joel Caetano, 2011, 10 min)
Encarnaccion del Tinhoso (Petter Baiestorf, 2009, 7 min)
Arrombada – O Trailer (Petter Baiestorf, 2007, 5 min)
Four for One Yard ( Inessa Kovalevskaya , Rússia, 1967, 10 min)
O Coelho 2 (Elloi Mattar, 10 min)
Mamilos em Chamas (Gurcius Gewdner, 60 min)
Ninjas (Dennison Ramalho,2011, 25 min)

Local: Museu de Imagem e Som de Campinas (MIS) – Rua Regente Feijó, 859 – Centro

 

QUARTA-FEIRA – 14/08

19h – Mostra “AutoTrash” – Curadoria: Gurcius Gewdner

United Trash (Christoph Schlingensief, Alemanha, 1995, 60 min)
Meat Love (Jan Svankmajer, 1 min)
X is Y (Richard Kern, 2 min)
Koneko Monogatari II – As Novas Aventuras Sexuais de Chatran & Zimmer Rumo as Profundezas do Inferno e da Solidão do Matrimônio (Gurcius Gewdner / Masanori Hata, Japão/Brazil, 1986/2013, 90 min)

+ Amyr Cantusio improvisa “Drákula” de Bela Lugosi

Local: Museu de Imagem e Som de Campinas (MIS) – Rua Regente Feijó, 859 – Centro

QUINTA-FEIRA – 15/08

19h – Mostra “AutoTrash” – Curadoria: Gurcius Gewdner

No Smoking (John Waters, 1 min.)
The Mongreloid (George Kuchar, 9 min)
Private Life of a Cat (Alexander Hammid, Musicado por Os Legais & Willie Kampff, 22 min)
Eu Sou um Pequeno Panda (Gurcius Gewdner, 6 min)
Amor & Tara (Ivan Cardoso, 1971, 4 min)
Cannibal Lovecaust (Felipe Mattei, Itália, 1980, 3 min)
The Spot (Terry Gilliam, 1963, 2 min)
Filme Politico (Petter Baiestorf, 1 min)
Freddy Breck Ballet (Gurcius Gewdner, 11 min)
O Cinema é uma Arte Estranha (KZL, 2012, 6 min)
Heart of the World (Guy Maddin, 6 min)
Hardcore Dandies (Gurcius Gewdner, 2012, 15 min)
Video Pirates (Robert K Eiss, Usa, 1987)
The Son of the Invisible Man ( Carl Gottlieb, Usa, 1987, 5 min)
As Incríveis e Maravilhosas Fitas Proibidas & Secretas de Dick Magoon (1971 / 2013, 57 min)
Dez Anos sem GG Allin (8 min)

Local: Museu de Imagem e Som de Campinas (MIS) – Rua Regente Feijó, 859 – Centro

22h – Projeto Mopemuca

Show com as bandas: Bandidos da Luz Vermelha e Trambique 77

Entrada: R$ 12
Local: Delta Blues Bar – Av. Andrade Neves, 2042 – Jardim Chapadão

22h – Show com as bandas: Lisabi

Entrada: R$ 5
Local: Casa São Jorge – Av. Santa Izabel, 655 – Barão Geraldo

Leptospirose

SEXTA-FEIRA – 16/08

19h – Mostra “AutoTrash” – Curadoria: Gurcius Gewdner

The Cage (Shuji Terayama,Japão, 1964, 11 min)
Zoo (Bert Haanstra, Holanda, 1962, 11 min)
Dia de Ano (Gurcius Gewdner, 2005, 25 min)
Let Your Fans Be Your Distributor! (Lloyd Kaufmann, Usa, 2012, 12 min)
Filmes são seus Amigos (Gurcius Gewdner, 2013, 2 min)
Erivaldo, O Astronauta Místico (Gurcius Gewdner , 2013, 6 min)
Zombio 2: Chimarrão Zombies  (Petter Baiestorf, 2013, 83 min)

Local: Museu de Imagem e Som de Campinas (MIS) – Rua Regente Feijó, 859 – Centro

22h – Show com as bandas: Cólera (SP), Zumbi Radioativo (Americana) e Labataria

Entrada: R$ 17
Local: Woods Music Bar – Rua Erasmo Braga, 6 – Bonfim

SÁBADO – 17/08

15h – Show com as bandas: Aeromoças e Tenistas Russas (São Carlos), Revoltz SP (Americana), Maquina Voadora e Monotone Grey

Bazar Clube das Pinups + Feira de Vinis

Entrada: Gratuita
Local: Museu de Imagem e Som de Campinas (MIS) – Rua Regente Feijó, 859 – Centro

21h – Show com as bandas: Ultravespa (Goiânia) e Footstep Surf Music Band

Entrada: R$ 12 homem / R$ 8 mulher
Local: Kabana Bar – Av. Dr. Romeu Tortima, 485 – Barão Geraldo

Mukeka di Rato

DOMINGO – 18/08

14h – Show de enceramento com as bandas: Mukeka di Rato (Espírito Santo), Rock Rocket (SP), Gasolines (SP), MagueRbes (Americana), Motor City Madness (Rio Grande do Sul), Adrede (Indaiatuba) e Drákula

Discotecagem: DJ Krypton

Entrada: Gratuita
Local: Concha Acústica – Lagoa do Taquaral – Av. Dr. Heitor Penteado, Portão 2 – Taquaral

Maiores informações na pagina oficial do festival no Facebook: www.facebook.com/festivalautorock

programação autorock 2013

programaçao autorock 2013 (2)

(click nas imagens acima para visualizar a programação completa)

 

Good Coffee!

Lisabi lança videoclipe de “Hostage”

Hoje (11/07) a banda Lisabi de Campinas/SP disponibilizou via YouTube o videoclipe da música”Hostage” presente em seu novo EP “Acts“. Confira!

promo

O video contou com a direção e edição de Rodrigo Gianesi e a produção de Matheus Fattori e Gabriel Slenes. O elenco foi composto por: André Cardoso, Matheus Fattori, Gabriel Slenes, Sebastián Piracés, Mateo Piracés, Juliana Strassacapa, Andrei Kozyreff, Caio Moreira, Lucas Falcão, Paula Medeiros, Elisa Brasil, Lucas Pereira, Luiz Antoine Duque, Juliana Procopio, Gabriela Demasi, Bruna Dias, Ricardo Solimeno e Pedro Melo.

Good Coffee!

Mataram Meu Mestre lança videoclipe “Gasoline”

A banda  Mataram Meu Mestre (Sorocaba/SP) que se apresenta no próximo sábado (13/04) no Bar do Zé em Campinas/SP ao lado da banda paulista Jennifer Lo-Fi disponibilizou hoje (08/04) via YouTube o videoclipe da música “Gasoline”.

O vídeo produzido pela Pulse Produções contou com a direção de Rodrigo Gianesi e a edição de Matheus Fattori.

Confira!

 

cartaz!

Good Coffee!

Conheça The Astro Bullets (Entrevistamos Trinity Carolina)

The Astro Bullets,  novo projeto de Trinity Carolina (ex vocalista da banda  VenusVolts) e  Edu Zambetti (baixista da banda Sapo Banjo), é basicamente uma banda de versões, um filtro que transforma qualquer músicas, dos mais variados estilos, em rocksteady, ska, soul, reggae e por ai vai.

Entrevistamos a vocalista Trinity que nos contou um pouco sobre esse novo projeto entre outras coisas. Confira!

logo

Conte um pouco como surgiu esse novo projeto? E quem mais participa?

O TAB (The Astro Bullets) aconteceu bem aos poucos, no passar de três anos. Ainda na Venus Volts (em 2009) fui entrevistada pelo jornalista e músico Edu Zambetti para o site Punknet. Além das perguntas voltadas para música, batemos um papo bacana sobre artes, mundão e criamos uma amizade. No meio disso, apareceu o interesse de trocar composições e juntar ideias – foi quando a vontade dele de fazer as versões me pintaram justamente com “You Know I’m No Good” da Amy Winehouse, que já estava quase pronta, na agulha. Com a voz gravada na mão, Edu partiu para a regravação do instrumental e arranjos de metais, que foram criados e gravados por Fellipe Pipeta no trompete e flugelhorn.

Quais são os principais artistas e bandas escolhidos para as versões?

São os preferidos da dupla Trinity e Zambetti. Nós lançamos os nomes e escolhemos qual vai entrar na remodelagem do TAB. Pensamos desde cantoras-escola como Aretha Franklin, Peggy Lee, Nina Simone, até cantoras-influência como Siouxsie, Imelda May, Amy Winehouse. Entre as bandas entram, The Aggrolites, Eurythmics, Franz Ferdinand, tanto as com vocais femininos quanto masculinos. Tudo pode cair nesta arapuca.

(Escute algumas versões de The Astro Bullets aqui!)

E quando poderemos conferir a banda ao vivo? Há alguma apresentação em vista?

Vamos fazer um debut de apresentação do projeto, com duas versões, durante o evento Skarnaval que vai ser dia 02/02 (Sábado) no Hangar 110 (São Paulo), junto com Sapo Banjo. Não teria momento melhor para lançar um projeto divertido como este do que no meio da festa que retoma o Carnaval das marchinhas, da participação de metais e com ska. Depois disso, é juntar um set bom para o ao vivo, o que pode levar um tempo porque montar as versões, pensar arranjos de qualidade para valorizar os sons que selecionamos, é um trabalho detalhado do mestre do Zambetti (arranjos de bateria, guitarra, baixos e teclados). O que temos certeza é que assistir a uma big band como essa, vai ser bem interessante.

Ao vivo, também teremos a participação do Ramiro Gava (guitarra), Edu Cursino (teclado), Mau (bateria) e Pokemon (trombone).

cartaz

Além das versões vocês também pretendem trabalhar com composições próprias?

Com o tempo, vai ser inevitável. O objetivo agora é surpreender, mudar a cara do pop e alternativo conhecido, com versões ska, rocksteady, soul, reggae, dub. É brincar com o lado nostálgico destes estilos, mas a destreza do compositor Edu Zambetti logo vai dar em alguma composição autoral.

E como andam seus demais projetos? Ilustrações, tatuagens, performances.

Quando não estou fazendo uma coisa, estou fazendo outra. De 2010 para cá tenho investido mais nestas artes, algo que eu fazia naturalmente no passado, com meus 20 e poucos anos. Foi o que me manteve viva desde 2010. Pretendo organizar exposições em 2013 para agregar artistas com quem tenho afinidade. Participei da exposição “Quintal de Rua” na Galeria Perímetro Urbano (Campinas) recentemente, com quadros pintados a óleo ou acrílicas e peças 3D, que são pinturas em manequins, cilindros de papelão e toyart (customs e Sucatoys).

Vídeo: Trinity Carolina fala sobre os Sucatoys

A tatuagem não é a profissão diária ainda, mas sempre faço trampos em Campinas e região quando sou procurada, dentro dos estilos oldschool, newschool ou reproduzindo desenhos de minha autoria. Essa restrição veio por causa de um problema de saúde nas mãos, o que me instiga mais a continuar tatuando e me superar.

Impossível não relembrar a VenusVolts, banda em que você foi vocalista, e que marcou um período entre 2008 a 2010. Haveria possibilidade de uma nova reunião da banda?

Foi um tempo curto em que participei da VV, com retorno sensacional de mídia, shows e público. Como costumo dizer, um período intenso. O pessoal da VenusVolts está cada um pra um lado, tocando seus projetos de vida e aquela formação não se reúne mais (Pellê e Filipe Consoline continuam lançando um material muito bom ai pela rede).

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Você também foi vocalista de uma das bandas mais divertidas de hardcore do começo dos anos 2000, o Mafalda. Como anda sua ligação com esse estilo musical? O que dessa época ainda rola em seu toca discos?

O Mafalda era engraçado, com letras tragicômicas e bons músicos. Mafalda, na verdade, foi uma pseudo-banda, porque teve a duração de um espirro, mas tinha seus ouvintes. Escutei hardcore diariamente bastante tempo, o que foi se mesclando com muitas outras vertentes. Hoje os CDs são repertório do quê ouvir no carro.

Espaço para você falar o que quiser.

“Life without art is stupid!”
Está no tempo das pessoas e suas cabeças mudarem, tudo para melhor. Boas intenções, boa arte, boa música e boas ações.

Good Coffee!

Coquetel Acapulco de volta a Campinas!

No próximo Sábado (20/10)  a Casa São Jorge apresenta mais uma noite da já tradicional festa ska de Campinas/SP, a SKAndalosa, que trás novamente para a cidade o excelente show da banda carioca Coquetel Acapulco!

Imperdível!

 

Good Coffee!