Confira a programação da 7ª Mostra Curta Audiovisual de Campinas!

mostraDe 14 a 22 de Novembro acontece a sétima edição da Mostra Curta Audiovisual de Campinas/SP que irá contar com exibições de curtas, oficinas e palestras.

Sobre as sessões:

As exibições estão divididas em: Sessão de Abertura; Sessões Oficiais, seis sessões com uma seleção de curtas inscritos, duas sessões do Cineminha, a Sessão na Praça, que será realizada no Largo do Rosário, a Sessão com acessibilidade e a já tradicional Sessão Juri-Pop, com os curtas mais bem votados pelo público.
Para encerrar o evento teremos uma confraternização na Galeria Sede, com projeções dos curtas produzidos nas oficinas e exposição.

O Cineminha é uma sessão voltada ao público infanto-juvenil, com produção e curadoria do Ideia Coletiva.
Repetindo a experiência da edição de 2008 a Mostra vai pro Largo do Rosário, realizando uma sessão especial ao ar livre, a Sessão na Praça

As Sessões Oficiais são batizadas com nomes dos antigos cinemas de rua de Campinas e são compostas por curtas de variados estilos e linguagens, compreendendo ficção, documentário e animação, realizados em dez diferentes estados brasileiros. O público dessas sessões recebe fichas para votar nos preferidos, que ao final formam a Sessão Juri Pop.

programaçãoOficinas e Palestras:

Para fomentar a produção regional e promover o diálogo entre realizadores e o público, a Mostra inclui também uma programação com atividades paralelas. Quatro oficinas práticas serão oferecidas: Desenho Animado, oferecida pelo Núcleo de cinema e animação de Campinas nos dias 14 e 15/11, Documentário Expresso
realizada pela Ideia Coletiva nos dias 14/11 e 15/11 , Direção de Arte para cinema ministrada pela SkenoFX nos dias 20 e 21/11 e a Práticas da Produção de Vídeo, ministrada pela Capuccino Produções dos dias 19 a 21/11.

Além das oficinas, a Mostra promoverá, nos dias 16 e 17/11, sempre às 14h, palestras relacionadas ao audiovisual. Os temas destas palestras serão Roteiro Cinematográfico: O limiar do texto técnico e criativo, ministrada pelo graduado em Cinema pela UFSC Bruno Nucci e O Cinema e suas histórias, mediada pelo produtor cultural Tarcísio Vecchini.

Para maiores informações: www.mostracurta.art.br

Good Coffee!

Festival Autorock 2013 anuncia programação (Entrevistamos Daniel Etê)

Foi divulgada essa semana a programação da sétima edição do Festival Autorock, o maior e mais importante evento destinado a música independente realizado na cidade de Campinas/SP.

O festival que será realizado esse ano entre os dias 08 a 18 de Agosto irá contar com inúmeras apresentações musicais, mostra de filmes e exposições de arte.

festival autorock 2013 cartaz_campinas

Entre as principais atrações musicais que estarão presentes este ano no festival estão as bandas: Mukeka di Rato, Rock Rocket, Polara, Drákula, Lisabi, Leptospirose, Hutt, Cólera e Corazones Muertos.

Confira aqui a programação completa e um breve papo que batemos com Daniel Etê, principal articulador e organizador do evento, que nos contou um pouco sobre a história do festival, curiosidades e muito mais! Confira.

Etê, como surgiu a ideia de criar um festival nesse formato? Conte um pouco da história do Autorock e como foram suas primeiras edições.

A ideia de fazer o Autorock veio em 2003, pois queríamos fazer uma comemoração dos 10 anos do primeiro Juntatribo e também porque a cidade estava bem parada, sem nada para fazer e sem nenhum lugar fixo aonde as bandas que gostávamos pudessem tocar… Ok, tinham algumas festas do Sergio Kapeta, mas eram só umas duas ou três por ano. Essa edição foi muito importante, pois ajudou a reunir o público de rock subterrâneo da cidade que andava bem disperso. No ano seguinte, 2004, copiamos descaradamente o Cardápio Underground de Bragança Paulista e adotamos o formato atual com exposições, mostras de vídeo, etc.

As duas primeiras edições rolaram no saudoso Centro Cultural Evolução. Em 2005 conseguimos um apoio da Secretaria de Cultura que disponibilizou a Estação Cultura para os shows gratuitos. Depois ficamos dois anos sem fazer o festival por algum motivo que não me lembro agora e voltamos em 2008 e 2009, pulamos mais um ano e fizemos outra edição em 2011 também com 10 dias. Quem sabe um dia role uma versão de um mês do festival, quem sabe?

Mas basicamente o Autorock é isso; um lugar para festejar, encontrar os amigos, conhecer gente nova, ouvir novas bandas, matar a saudade das bandas velhas e se divertir para caralho, afinal de contas vivemos disso.

Cartaz "Autorock 2003"

Cartaz “Autorock 2003”

Nessas seis edições, qual foi, na sua opinião, o momento ou o show mais marcante?

Durante uma época alguns oportunistas resolveram cooptar uma boa parte do público que juntamos para servir a seus próprios propósitos mequetrefistas. Eles tinham muito dinheiro para trazer bandas comerciais e alugar grandes sistemas de som, mas como já dizia o Lótus Rock: ”O rock and roll não se compra num Supermercado, muito menos num Shopping Center”. Então o show das Mercenárias em 2005 teve um gostinho especial de vingança já que lotamos a Estação Cultura sem ter nenhuma banda mainstream manjada e fizemos a divulgação com flyers silkados em papel craft pelos nossos comparsas do SHN. O show do Cólera na estação também foi a realização de um sonho adolescente, já que quando eu era um muleque de merda não rolava nada parecido por esses lados.

Esse ano o festival irá contar com a participação de inúmeras bandas de peso, entre elas: Polara, Hutt, Mukeka di Rato, Rock Rocket, Corazones Muertos , Leptospirose entre outras… Saindo um pouco do papel de organizador e olhando como expectador, qual show você está mais ansioso para assistir no festival desse ano?

É muito corre, corre e apesar da ajuda fundamental que está rolando de pessoas como o Renan (Trashcan Records) e da sua também, nunca consigo relaxar a bundinha e curtir o barato numa boa como eu gostaria.

Você tá querendo cagar na minha caveira né Zazá? Seria um relaxo com todas as outras bandas se eu disser qual é a minha preferida. Ok eu tenho uma ou algumas, mas não conto pra ninguém.

 

Por quais locais o Autorock vai passar esse ano?

Esse ano o Autorock ira passar pela DisORder, Casa São Jorge, Kabana, MIS, Biblioteca Municipal, Bar do Zé, Woods, Pista de Skate do Pe. Anchieta, Centro de Convivência, Carriero Estúdio e pela primeira vez na Concha Acústica do Taquaral.

Fale um pouco sobre o “AutoTrash”, a mostra de vídeos e curtas que acontece esse ano no festival.

AutoTrash é uma mostra de cinema/vídeo barra pesada, coisa fina mesmo. Temos material que faz com que o Lars Von Trier pareça com a Glória Perez. Carlos Reichenbach, Petter Baiestorf, Ivan Cardoso, Fernando Rick & Marcelo Appezato, John Waters, Shuji Terayama entre outros. A curadoria foi feita por Gurcius Gewdner, cineasta especialista em cinema doentão, da trashera ao experimental… Nossos filmes explodem feito dinamite!

Maiores informações sobre a mostra aqui.

E sobre as exposições?

Também gostamos de arte né? Mas nada de quadros de cavalos, vinho branco e mindinhos em riste por aqui. Vão rolar 3 exposições, a primeira na Galeria DisORder comigo, Filipe Guimarães (vulgo Valdomiro Mugrelise), Gui França e mais alguns convidados. Tem também uma de caricaturas homenageando Woodstock no Carriero Estúdio, outra do Vicente Magalhães na Biblioteca Municipal e a já clássica troca de desenhos do Carlos Dias na Casa São Jorge rolando paralelamente no dia do show da sua banda, o Polara.

daniel ete

Há alguns anos a cidade foi tomada por um marasmo criativo que deu vida a uma infinidade de bandas cover. Como você vê o cenário independente e autoral da cidade hoje? Você acredita que houve uma renovação?

Aqui sempre foi o paraíso de bandas covers e roqueiros covers, por outro lado sempre tivemos bandas duronas e persistentes em seus trampos autorais que cagam e andam para o que a maioria das pessoas acham. As coisas sempre se renovam de uma forma ou de outra, sempre existe o povo que não se conforma com o que está acontecendo e parte para cima feito um capeta. Um exemplo disso é o Lisabi que contrariando quem insiste em dizer que tocar músicas próprias não leva a lugar nenhum e que o negócio é apostar num repertório de canções consagradas pelo senso comum meia boca, acabou de chegar de uma tour pelos EUA.

Certa vez você disse: “Campinas é a cidade das bandas que batem na trave” (Se referindo a uma infinidade de ótimas bandas que surgiam na cidade, mais que por algum motivo acabavam não vingando ou simplesmente desapareciam do dia pra noite). Atualmente qual banda que você vê como destaque em nossa cena local? Alguma aposta?

Cagando na minha caveira de novo Zazá? Eu disse isso quando estava bem breaco, foi tipo uma piada de mal gosto duvidoso, mas é uma forma de ver a falta de apoio que rola para muitas bandas aqui. Já vi gente gravando ótimos trampos e fazendo shows monstruosos que sempre acabaram sendo ignoradas por uma boa parte do público da cidade. Azar desse público, eles que se fodam, sou feliz por ter visto o Grease fazer um dos shows mais animalescos do planeta no finado Ozz, com direito a vinho tinto com o gargalo quebrado, com sangue pelo palco e distorção para caralho, sou grato por ter visto o Anger que era o nosso Criptic Slaugther nos idos de 1988 assim como o Enforcer que era o nosso metal church, me diverti para caralho vendo as Lunettes e os Violentures no antigo e roqueiro Bar do Zé fedendo a fritura véia, curti uma onda  hippie barãogeraldense com o Astromato, dormi capotado na entrada do Soho com muito orgulho, poguei no show do Ofence com a aba do boné para cima, fiz guerra de tortas de creme de barbear enquanto o Lucrézia Borgia encerrava o Juntatribo II, sai na porrada com uns playboys idiotas que queriam zoar as garotas do No Class (aliás eu apanhei para caralho naquele dia), vomitei ao som do Quasimodo Traça Jaguadarte enquanto o Japoneis Black Flag tocava trompete feito um doente.

Me amarro na cultura rock obscura local, acredito no potencial, já vi isso acontecer, vivi essa porra  toda. A piada das bandas que batem na trave tem a ver com o fato de nenhuma banda local ter feito sucesso comercial, mas isso não importa, quem faz sucesso comercial é gente tipo a Sandy e Junior ou qualquer outra coisa jabazenta dessas. Essa terra foi injusta até com o Carlos Gomes, mas nem por isso ele parou de compor.

Aposto em todas as bandas que tocarão e nas que já tocaram no Autorock, aposto em bandas que ainda não foram escaladas para o festival, aposto em qualquer um que enrola cabos sujos de vômito as 5 da manhã depois de um show para 15 ou 20 cabeças, em gente que faz suas próprias canções e sua própria história, por mais torta que possa parecer.

drakula

Espaço para você falar o que quiser.

Quero agradecer a um monte de gente que nesses 10 anos, desde o primeiro Autorock até hoje, me deram um puta dum auxílio colossal:

Nicolas e suas ideias lazarentas, Walkyria por todo o amor, apoio e pelas broncas, você Zazá por assim como eu acreditar em todo esse povo torto, ao Renan, Cacá Toledo meu primeiro parceiro no festival, ao Paulão Shetara e ao mestre Camilo, Kátia e Marino, Gabriel Rapassi, Ney Carrasco, toda a produção do saudoso Valvulado, Artur Ramone, Luiz Fernando Carioca o rei do baile, Gláucio da São Jorge, Chistian Camilo, ao Ney o Satã, ao Denis do som que esperou 6 meses para receber, Kikão comendatore do Pe. Anchieta e sua gang, Artie “trimilique”, Backstage Produções, Riva Rock, Bazar Clube das Pin Ups, Rodrigo Grease e a mais alguém que eu possa ter esquecido porque eu tenho uma memória de galinha.

Mas agradeço principalmente por todas as mais de 100 bandas que já tocaram no Autorock e a todo o público presente, agradeço também a uns malas que nunca foram ao festival, mas também não fizeram a menor falta, muito pelo contrário.

PROGRAMAÇÃO FESTIVAL AUTOROCK 2013

 QUINTA-FEIRA – 08/08

19h – Abertura da Exposição “Auto” com Filipe Guimarães, Gui França, Daniel Ete e convidados.

Show com a banda: Malvo

Entrada: Gratuita
Local: DisORder – Rua General Osório, 1565 – Cambuí

21h – Show com as bandas: Polara (SP) e Mullet Monster Mafia (Piracicaba) + “Troca de Desenhos com Carlos Dias – Ao Seu Alcance”

Entrada: R$ 12 (até as 22h) – R$ 15 (após as 22h)
Local: Casa São Jorge – Av. Santa Izabel, 655 – Barão Geraldo

Polara

SEXTA-FEIRA – 09/08

19h – Show com a banda: Desenmascarado

Entrada: Gratuita
Local: Centro de Convivência de Campinas – Cambuí

21h – Show com as bandas: Bad Motors (Sorocaba) e Black Needles (SP)

Entrada: R$ 12 homem / R$ 8 mulher
Local: Kabana Bar – Av. Dr. Romeu Tortima, 485 – Barão Geraldo

SÁBADO – 10/08

16h – Show com as bandas: Human Trash (SP) e Wasted Pido (Itália)

Entrada: Gratuita
Local: Carriero Estúdio – Av. Barão de Itapura, 2043 – Guanabara

22h – Show com as bandas: Hutt (SP), No Sense (Santos), Flash Grinder (Joinvile) e Slag (Paulínia)

Entrada: R$ 15
Local: Woods Music Bar – Rua Erasmo Braga, 6 – Bonfim

22h – Show com as bandas: AQUëLES! e Corazones Muertos (Argentina)

Entrada: R$ 12
Local: Bar do Zé – Av. Albino J.B. de Oliveira, 1325 – Barão Geraldo

Corazones Muertos

DOMINGO – 11/08

16h – Show com as bandas:  Leptospirose (Bragança Paulista), Shame (Paulínia) Ohw Shit! (Americana), Ragar, Moby Dick e Don Ramon

Entrada: Gratuita
Local: Praça Integração – Av. João Paulo II – Padre Anchieta

SEGUNDA-FEIRA – 12/08

19h – Mostra “AutoTrash” – Curadoria: Gurcius Gewdner

O M da minha Mão (Carlos Reichenbach, 1979, 9 min)
Fuscão Preto – O Trailer (Fellipe Mattei Usa, 2 min, 2007)
War (Gurcius Gewdner, 6 min)
Cannibal Commando (Fellipe Mattei, Itália, 2 min)
Almoço na Relva (Gurcius Gewdner, 2013, 7 min)
Eu Caí da Ponte: Jorge Timm & Os Ilegais (Petter Baiestorf, 2012, 3 min)
Deus o Matador de Sementinhas (Petter Baiestorf, 1997, 2 min)
Desagradável (Fernando Rick & Marcelo Appezato, 2013, 120 min)

Local: Museu de Imagem e Som de Campinas (MIS) – Rua Regente Feijó, 859 – Centro

TERÇA-FEIRA – 13/08

19h – Mostra “AutoTrash” – Curadoria: Gurcius Gewdner

Émotion (Nobuhiko Obayashi, Japão, 1966, 39 min)
DR (Felipe Guerra/Joel Caetano, 2011, 10 min)
Encarnaccion del Tinhoso (Petter Baiestorf, 2009, 7 min)
Arrombada – O Trailer (Petter Baiestorf, 2007, 5 min)
Four for One Yard ( Inessa Kovalevskaya , Rússia, 1967, 10 min)
O Coelho 2 (Elloi Mattar, 10 min)
Mamilos em Chamas (Gurcius Gewdner, 60 min)
Ninjas (Dennison Ramalho,2011, 25 min)

Local: Museu de Imagem e Som de Campinas (MIS) – Rua Regente Feijó, 859 – Centro

 

QUARTA-FEIRA – 14/08

19h – Mostra “AutoTrash” – Curadoria: Gurcius Gewdner

United Trash (Christoph Schlingensief, Alemanha, 1995, 60 min)
Meat Love (Jan Svankmajer, 1 min)
X is Y (Richard Kern, 2 min)
Koneko Monogatari II – As Novas Aventuras Sexuais de Chatran & Zimmer Rumo as Profundezas do Inferno e da Solidão do Matrimônio (Gurcius Gewdner / Masanori Hata, Japão/Brazil, 1986/2013, 90 min)

+ Amyr Cantusio improvisa “Drákula” de Bela Lugosi

Local: Museu de Imagem e Som de Campinas (MIS) – Rua Regente Feijó, 859 – Centro

QUINTA-FEIRA – 15/08

19h – Mostra “AutoTrash” – Curadoria: Gurcius Gewdner

No Smoking (John Waters, 1 min.)
The Mongreloid (George Kuchar, 9 min)
Private Life of a Cat (Alexander Hammid, Musicado por Os Legais & Willie Kampff, 22 min)
Eu Sou um Pequeno Panda (Gurcius Gewdner, 6 min)
Amor & Tara (Ivan Cardoso, 1971, 4 min)
Cannibal Lovecaust (Felipe Mattei, Itália, 1980, 3 min)
The Spot (Terry Gilliam, 1963, 2 min)
Filme Politico (Petter Baiestorf, 1 min)
Freddy Breck Ballet (Gurcius Gewdner, 11 min)
O Cinema é uma Arte Estranha (KZL, 2012, 6 min)
Heart of the World (Guy Maddin, 6 min)
Hardcore Dandies (Gurcius Gewdner, 2012, 15 min)
Video Pirates (Robert K Eiss, Usa, 1987)
The Son of the Invisible Man ( Carl Gottlieb, Usa, 1987, 5 min)
As Incríveis e Maravilhosas Fitas Proibidas & Secretas de Dick Magoon (1971 / 2013, 57 min)
Dez Anos sem GG Allin (8 min)

Local: Museu de Imagem e Som de Campinas (MIS) – Rua Regente Feijó, 859 – Centro

22h – Projeto Mopemuca

Show com as bandas: Bandidos da Luz Vermelha e Trambique 77

Entrada: R$ 12
Local: Delta Blues Bar – Av. Andrade Neves, 2042 – Jardim Chapadão

22h – Show com as bandas: Lisabi

Entrada: R$ 5
Local: Casa São Jorge – Av. Santa Izabel, 655 – Barão Geraldo

Leptospirose

SEXTA-FEIRA – 16/08

19h – Mostra “AutoTrash” – Curadoria: Gurcius Gewdner

The Cage (Shuji Terayama,Japão, 1964, 11 min)
Zoo (Bert Haanstra, Holanda, 1962, 11 min)
Dia de Ano (Gurcius Gewdner, 2005, 25 min)
Let Your Fans Be Your Distributor! (Lloyd Kaufmann, Usa, 2012, 12 min)
Filmes são seus Amigos (Gurcius Gewdner, 2013, 2 min)
Erivaldo, O Astronauta Místico (Gurcius Gewdner , 2013, 6 min)
Zombio 2: Chimarrão Zombies  (Petter Baiestorf, 2013, 83 min)

Local: Museu de Imagem e Som de Campinas (MIS) – Rua Regente Feijó, 859 – Centro

22h – Show com as bandas: Cólera (SP), Zumbi Radioativo (Americana) e Labataria

Entrada: R$ 17
Local: Woods Music Bar – Rua Erasmo Braga, 6 – Bonfim

SÁBADO – 17/08

15h – Show com as bandas: Aeromoças e Tenistas Russas (São Carlos), Revoltz SP (Americana), Maquina Voadora e Monotone Grey

Bazar Clube das Pinups + Feira de Vinis

Entrada: Gratuita
Local: Museu de Imagem e Som de Campinas (MIS) – Rua Regente Feijó, 859 – Centro

21h – Show com as bandas: Ultravespa (Goiânia) e Footstep Surf Music Band

Entrada: R$ 12 homem / R$ 8 mulher
Local: Kabana Bar – Av. Dr. Romeu Tortima, 485 – Barão Geraldo

Mukeka di Rato

DOMINGO – 18/08

14h – Show de enceramento com as bandas: Mukeka di Rato (Espírito Santo), Rock Rocket (SP), Gasolines (SP), MagueRbes (Americana), Motor City Madness (Rio Grande do Sul), Adrede (Indaiatuba) e Drákula

Discotecagem: DJ Krypton

Entrada: Gratuita
Local: Concha Acústica – Lagoa do Taquaral – Av. Dr. Heitor Penteado, Portão 2 – Taquaral

Maiores informações na pagina oficial do festival no Facebook: www.facebook.com/festivalautorock

programação autorock 2013

programaçao autorock 2013 (2)

(click nas imagens acima para visualizar a programação completa)

 

Good Coffee!

“Punk Roça: Música e Conflito no Interior” no Youtube (Entrevistamos Talita Bristotti e Bárbara Bretanha)

Foi disponibilizado hoje (13/01) via Youtube o documentário ”Punk Roça: Música e Conflito no Interior” de Bárbara Bretanha, Bruno Henrique Teixeira e Talita Bristotti exibido na última quinta-feira (10/01) no MIS (Museu de Imagem e Som de Campinas/SP).

Punk Roça_Carlos Lozano

Confira aqui o vídeo na integra e uma breve entrevista que realizamos com Talita Bristotti e Bárbara Bretanha.

Como surgiu a ideia de produzir um documentário sobre o movimento punk local?

O projeto surgiu aos 45′ do segundo tempo, já que o trabalho foi desenvolvido como nosso trabalho de conclusão de curso da Faculdade de Jornalismo da PUC-Campinas. Nossos projetos iniciais haviam sido rejeitados pela banca examinadora da faculdade e precisávamos pensar em alguma coisa (e rápido). A ideia surgiu da Talita, que já tinha algum contato com a cena local, e também da nossa curiosidade em descobrir mais sobre um assunto pelo qual temos afinidade.

Conte um pouco sobre o processo de pesquisa para a produção do vídeo. Encontraram certa dificuldade ou resistência para colher as informações?

Uma das maiores dificuldades que encontramos para a realização do vídeo foi durante o processo de pesquisa. Embora todos os entrevistados e as outras fontes consultadas tenham sido extremamente prestativos, foi difícil, num primeiro momento, encontrar pessoas que participaram do início da cena. Nós queríamos ilustrar cada “era” do movimento através de uma banda, mas penamos até encontrarmos a banda de 80 e confirmar que a cena tinha realmente se consolidado nesse período.

Aconteceu alguma história inusitada durante a produção que vocês possam nos contar?

O primeiro dia de filmagens foi um desastre: nós (Barbara e Talita) rodamos por horas nos arredores de Valinhos, em busca de um sítio onde estava rolando um festival. O mapa apontava uma rua sem saída, no fim de uma estrada de terra deserta. Já desesperadas, saímos do carro para pedir direções e a Bárbara quase pisou num bicho morto, estendido na frente do único lugar habitado que havíamos avistado: um casebre mequetrefe. Um fulano desconfiado e seminu saiu para atender e lembro de ter me virado para a Talita e dito: é hoje que morremos. Sobrevivemos, mas não encontramos o lugar (risos)! Histórias não faltam, na verdade. Cada dia de filmagem teve algo engraçado e marcante.

Assista aqui na integra

Em relação a parte técnica do filme, como foi todo o processo de captação produção e edição do material?

As filmagens foram feitas principalmente com o apoio dos cinegrafistas do Laboratório de Imagem e Som da PUC-Campinas, onde também foi realizada a edição (pelo grande Diohny Andrade!). Também usamos uma câmera própria para os shows noturnos e entrevistas em outras cidades, caso do Leptospirose. Captamos aproximadamente 10 horas de material bruto que foi posteriormente (e dolorosamente) decupado para depois montarmos o roteiro. A edição foi feita ao longo de 28 horas, em duas semanas.

Para vocês, quais bandas independentes se destacam hoje na cidade?

Pode até parecer “puxa-saquísmo” (já que a maioria foi usada no doc), mas não podemos deixar de citar o Leptospirose, Drákula, AQUëLES, The Violentures e Thriven. Eu (Talita) sou meio saudosista em relação às bandas de Campinas. Ouço até hoje Dona HxCélia e Trastrio – quando elas existiam eu sempre dava um jeito de ir aos shows. Com o documentário, conheci mais a fundo o Coice de Mula, que também é sensacional!

Como vocês veem a cena local atualmente em relação a estrutura de shows e festivais?

Se têm uma coisa que pudemos observar ao longo do trabalho de montagem do documentário foi que, em Campinas e arredores, existem muitas bandas independentes produzindo trabalho autoral e de qualidade e que não recebem, talvez, reconhecimento do grande público, devido a falta de uma infraestrutura adequada; não só para a realização de shows, divulgação e distribuição. Falta interesse de produtores culturais e de apoio do público, falta espaço adequado… Existe uma lacuna muito grande e que dificulta o trabalho dessas bandas.

punkroça

Quais são os próximos projetos em vista?

Há a possibilidade de ampliarmos o documentário agora que não temos mais o limite de tempo ditado pela faculdade – conseguimos um muito material interessante e temos vontade de disponibilizar pra galera. Também pretendemos realizar outros projetos na área, tanto musical quanto documental – mas isso ainda são ideias. Vamos tirar umas férias antes de concretizá-las

Espaço para vocês falarem o que quiserem.

Já fizemos isso diversas vezes, mas nunca é o bastante: gostaríamos de agradecer ao pessoal que nos apoiou durante a produção do documentário. Aos entrevistados, colaboradores e pessoas que nos ajudaram a encontrar isso ou aquilo, mas não apareceram na frente da câmera. A você, Zazá, por todo material em vídeo disponibilizado gratuitamente pra gente. Deu um puta trabalho fazer o documentário, mas é gratificante vê-lo pronto e ver que o pessoal gostou!

(Saiba mais sobre “Punk Roça: Música e Conflito no Interior” aqui)

Good Coffee!

Documentários já produzidos sobre o rock de Campinas/SP

Confira abaixo a lista de alguns documentários independentes já produzidos sobre a cena rock da cidade de Campinas/SP nos últimos anos.

autorock

Autorock – Registro 2009

O documentário de 30 min produzido por Guilherme Angeli e Héctor “Zazá” Vega é um breve registro do que foi a quinta edição do tradicional festival de música independente: “Autorock”. (Saiba mais)

Independência e Rock

Documentário produzido por Gabriella Puzzilli e Mirelli Miranda apresenta algumas vertentes da cena musical independente de Campinas.

Campinas Clama: O que aconteceu com meu rock n´roll?

“Campinas Clama” apesenta o “rock independente de uma cidade provinciana” e  conta com imagens de Rafael Martins entre outros colaboradores.

Rock Campinas – Guitarras e Distorção na terra de Carlos Gomes

Vídeo desenvolvido por alunos da oficina “Como se faz um filme” do Museu de Imagem e Som de Campinas/SP. O documentário na integra nunca foi publicado.

Autorock – Sexta Edição

“Autorock – Sexta Edição” é um registro completo, produzido e dirigido por Artie Oliveira, sobre a edição de 2011 do festival “Autorock”. (Saiba mais)

Rock em Campinas – Anos 80 e 90

O documentário publicado em duas partes é resultado do projeto experimental produzido por Paulo Shetara para o curso de Comunicação Social/Jornalismo da Unip Campinas no ano de 2009.

Punk Roça: Música e Conflito no Interior

O documentário produzido por Bárbara Bretanha, Bruno Henrique Teixeira e Talita Bristotti reúne depoimentos de três gerações de punks da região de Campinas, que falam sobre a articulação do movimento na região e suas particularidades. (Saiba mais)

Good Coffee!

Documentário “Punk Roça: Música e Conflito no Interior”

No próximo dia 10/01, quinta-feira, o documentário “Punk Roça: Música e Conflito no Interior” será exibido no Museu de Imagem e Som (MIS) de Campinas (SP).

capa

Produzido pelos jornalistas Bárbara Bretanha, Bruno Henrique Teixeira e Talita Bristotti, o filme reúne depoimentos de três gerações de punks locais, que falam sobre a articulação do movimento na região de Campinas e suas particularidades.

Com ênfase na produção musical, o curta-metragem aborda desde a origem da “cena” regional até os dias atuais. Assuntos como o auge e o declínio das casas de show, os novos meios de distribuição, a relação com o dinheiro e a predominância da música “cover” são alguns dos temas discutidos no filme.

Trailer – “Punk Roça: Música e Conflito no Interior”

Entre os entrevistados estão os músicos Carlos Lozano (Quasímodo Traça Jaguadarte e The Violentures), Daniel “Etê” Giometti (Muzzarelas e Drákula) e Quique Brown (Leptospirose) que compartilham histórias sobre o que significa ser punk em Campinas. O grupo ainda ouviu a opinião de especialistas, fãs e produtores culturais. Na trilha sonora, composta inteiramente por bandas da região, constam músicas de Coice de Mula, AQUëLES e Lucas Piro. O documentário tem 25 minutos de duração e foi concebido como projeto experimental da Faculdade de Jornalismo da PUC-Campinas.

A exibição tem início às 19h30 e a entrada é gratuita. O MIS Campinas funciona no Palácio dos Azulejos  na Rua Regente Feijó, 859 – Centro. Mais informações: (19) 3733-8800.

Confira o documentário na integra aqui!

Good Coffee!

Documentário “Autorock – Sexta Edição”

A produtora Sinistro Studio disponibilizou essa semana via YouTube o documentário “Autorock – Sexta Edição”.

O vídeo com cerca de 60 min conta como foi edição de 2011 do “Festival Autorock”, tradicional festival destinado a cultura independente realizado anualmente na  cidade de Campinas/SP.

Confira o vídeo na integra abaixo!

 

Good Coffee!

Autorock 2011: Como chegar!

Confira abaixo como chegar nos shows, exposições e mostras do Festival Autorock 2011!

Click na imagem para ampliar!

Good Coffee!

Programação Autorock 2011

Foi divulgado nesta terça-feira (08/11), a programação da sexta edição do Festival Autorock, evento dedicado a cultura independente realizado anualmente na cidade de Campinas/SP.

Esse ano além das inumeras atrações músicais o festival também irá contar com exibições de vídeos, exposições e oficinas.

Confira abaixo a programação* detalhada do festival:

AUTOROCK 2011

01/12 – Quinta Feira

19:00h – Abertura das exposição:

“Peitas e Pranchas” – Uma coleção de camisetas e skates. Do clássico ao obscuro.

Oficina: Silkscreen / Stickers – Coletivo SHN.

Show com a banda: Violentures (acústico) – Campinas – SP

Discotecagem: Pice Love Crazy

Local: Galeria DisORder – Av. General Osório, 1565 – Cambuí

(Entrada franca)

22:00h – Lançamento da revista PREGO #5

Show com as bandas:

Get Crazy – Campinas/SP

Merda – Vila Velha/ES

Local: O Bar do Zé – Av. Albino JB de Oliveira, 1325 – Barão Geraldo

(Entrada: r$10,00)

Merda

02/12 – Sexta Feira

22:00h – Riva Rock apresenta:

Paulo Gazela Blues Band – Campinas/SP – Lançamento do CD “Singin’ Good Old Songs With Good Old Friends”.

Local: O Bar do Zé – Av. Albino JB de Oliveira, 1325 – Barão Geraldo

(Entrada: r$13,00)

03/12 – Sábado

17:00h – Exposição de caricaturas:

“ Bluseiros”  –  De Fabiano Carriero e Bira Dantas.

Show com: Dokery Duo – Campinas/SP

Local: Carriero Estúdio – Av. Barão de Itapura, 2043 – Guanabara

(Entrada franca)

22:00h – Show com as bandas:

Lisabi – Campinas/SP

Bomb The Music Industry – U.S.A

Local: O Bar do Zé – Av. Albino JB de Oliveira, 1325 – Barão Geraldo

(Entrada: r$15,00)

Lisabi

04/12 – Domingo

16:00h – Show com as bandas:

Dirty Kicks – Campinas/SP

Mobydick – Campinas/SP

Mezcla – Campinas/SP

Zumbi Radioativo – Americana – SP

Véia Banguela – Campinas/SP

Alcoóis – Campinas/SP

K.R.H (Kruel Realidad Humana) – Colombia

Local: Praça Integração – Rua João Paulo Segundo, s/n – Padre Anchieta.

(Entrada franca)

06/12 – Terça Feira

19:00h – Exibição dos videos:

“Wassup Rockers” – Dir. Larry Clark – 2005

“Suburbia” – Dir. Penelope Spheeris – 1983

Local: Museu da Imagem e do Som de Campinas – MIS – Rua Regente Feijó, 869 – Centro

(Entrada franca)

20:30h – Show com as bandas:

Tina Thunder – Sorocaba/SP

Atmosfera Lunar – Franca/SP

Local: O Bar do Zé – Av. Albino JB de Oliveira, 1325 – Barão Geraldo

(Entrada: r$7,00)

Wander Wildner

07/12 – Quarta Feira

19:00h – Exibição dos videos:

“Cólera em Campnas” – Dir. Chopsuey Discos – 2011

“Metal Revenge” – 1988

Local: Museu da Imagem e do Som de Campinas – MIS – Rua Regente Feijó, 869 – Centro

(Entrada franca)

20:30h – Show com a banda:

Barolichacon – Campinas/SP

Local: O Bar do Zé – Av. Albino JB de Oliveira, 1325 – Barão Geraldo

(Entrada: r$7,00)

22:00h – Show com as bandas:

Kamala – Campinas/SP

Blue Barrel – Campinas/SP

Thriven – Campinas/SP

Local: Sebastian Bar – Rua Dona Maria Umbelina Couto, 79 – Guanabara

(Entrada: r$8,00)

08/12 – Quinta Feira

19:00h – Exibição dos videos:

“Get Crazy” – Dir. Allan Arkush – 1983

“Rock n’ Roll High School” – Dir. Allan Arkush – 1979

Local: Museu da Imagem e do Som de Campinas – MIS – Rua Regente Feijó, 869 – Centro

(Entrada franca)

22:00h – Show com as bandas:

O Inimigo – São Paulo/SP – Lançamento do CD “Imaginário Absoluto”

AQUëLES! – Campinas/SP

Local: O Bar do Zé – Av. Albino JB de Oliveira, 1325 – Barão Geraldo

(Entrada: r$10,00)

O Inimigo

09/12 – Sexta Feira

19:00h exibição dos videos:

“Morte e Morte de Johnny Zombie” – Dir. Gabriel Carneiro – 14’

“Estranha” – Dir. Joel Caetano – 13’

“Instantâneo” – Dir. Pedro Ribaneto – 20’

“O Hóspede” – Dir. Ramon Porto Mota e Anacã Agra – 17’

“1:21” – Dir. Adriana Câmara – 11’

Local: Museu da Imagem e do Som de Campinas – MIS – Rua Regente Feijó, 869 – Centro

(Entrada franca)

21:00h – Show com as bandas:

Test – São Paulo/SP

Hutt – São Paulo/SP

Slag – Paulinia/SP

Mortage – Campinas/SP

Executer – Amparo/SP

Local: WoodStock Music Bar – Rua Erasmo Braga, 06 – Bomfim

(Entrada: r$15,00)

22:00h – Kitnet apresenta: Rockones

Show com as bandas:

Shake Heartbreak – Campinas/SP

Footstep Surf Band – Campinas/SP

Local: O Bar do Zé – Av. Albino JB de Oliveira, 1325 – Barão Geraldo

(Entrada: r$12,00)

Get Crazy

10/12 – Sábado

22:00h – Show com as bandas:

Simon Chainsaw – Austrália

Drákula – Campinas/SP – Lançamento do 7′ EP “Vilipêndio a Cadáver”.

Local: O Bar do Zé – Av. Albino JB de Oliveira, 1325 – Barão Geraldo

(Entrada: r$12,00)

11/12 – Domingo

15:00 – Oficina:

Silkscreen / Stickers – Coletivo SHN.

16:00h – Show com as bandas:

Prole – Americana/SP

La Bataria – Campinas/SP

Cobras – Sorocaba/SP

Lo Fi – São José dos Campos/SP

Forgotten Boys – São Paulo/SP – Lançamento do novo álbum “Taste it”.

Wander Wildner – Porto Alegre/RS

Garage Fuzz – Santos/SP

Local: Estação Cultura – Praça Mal. Floriano Peixoto s/n – Centro

(Entrada franca)

*Programação sujeita a alterações.

Maiores informações: ChopSuey Discos – Fone: (19) 3236 0792

Good Coffee!