Os Estudantes lançam clipe de “Olhos Azuis”

A banda carioca Os Estudantes disponibilizou no último dia 15/03 o videoclipe da música “Olhos Azuis”, que estará presente no split 7″  com a banda capixaba Merda e será lançado via Läjä Records. “Olhos Azuis” foi gravada ao vivo e mixada no Estúdio Superfuzz no Rio de Janeiro por Gabriel Zander. Confira aqui o resultado!
estudantes

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Merda e Scarlett O’Hara em Campinas (Entrevistamos Renan Fattori)

Na próxima Sexta-Feira (19/10) a TrashCan e o Bar do Zé orgulhosamente apresentam pela segunda vez em Campinas/SP o show que reúne as bandas: Merda (Vila Velha/ES) e Scarlett O’Hara (Cps).

Os capixabas do Merda, que nesse final de semana irão realizar uma pequena tour pelo estado de São Paulo, voltam a cidade após quase um ano para apresentar as músicas de seu novo trabalho: Índio Cocaleiro.

Confira aqui um Faixa a Faixa exclusivo da banda para o site Trama Virtual.

Já o Scarlett O’Hara, que em 2011 realizou um show de reunião em Sumaré/SP, volta a se apresentar em Campinas após 4 anos longe dos palcos da cidade! Conversamos com guitarrista e vocalista Renan Fattori para saber um pouco sobre essa tão aguardada reunião, planos e outros projetos. Confira!

O Scarlett O’Hara com o passar dos anos foi se tornando uma das lendas do nosso rock local e com certeza há muita expectativa para o show de sexta no Bar do Zé. Conte um pouco sobre a banda e essa nova reunião.

Estamos muito ansiosos para sexta, celebrar com os amigos e aluCynar no Bar do Zé! A banda começou em fevereiro de 2003 quando eu, Saulo e Véia resolvemos fazer um som, beber e entrar de graça nos shows, ou seja, estragar nossas vidas com o rock. Com o SOH tivemos duas formações, a original com o Véia na bateria e depois com o Bio, que também tocou no Punkeka, até o break da banda em 2008.

Ano passado nos reunimos para um show em Sumaré, depois de uma severa insistência e ameaça de nossos amigos locais! Desde então pensamos em fazer o mesmo em Campinas. Não temos muita frequência nos ensaios, ganhamos barba, peso, idade e perdemos fôlego, porém o espírito jovem que sempre reinou nos shows da banda vai continuar! Assim esperamos!

Há planos de uma volta definitiva da banda com direito a discos, tours e tudo mais?

Não sabemos como será daqui pra frente, cada um mora em uma cidade… Mas temos sim a ideia de registrar todas as músicas. O único registro que temos foi a demo com 4 músicas, produzida pelo Stenio (Muzzarelas & Violentures), a gravação foi bem no inicio da banda então temos muito material para ETERnizar ainda! Vamos ver como será o show!

 

Além do Scarlett O’Hara você também é integrante da banda Drákula (Campinas/SP) que recentemente lançou o excelente vinil 7’’ “Vilipêndio à Cadáver”. Como anda a repercussão desse trabalho e a agenda de shows da banda?

A aceitação do disco está bem legal e os 7’’ estão praticamente esgotados, foi uma produção complicada tanto pela gravação quanto pelo formato, mas gostamos muito do resultado final, daqui pra frente só vinil! Até o final do ano temos algumas datas agendadas, as próximas são em Campinas e Piracicaba no mês de Novembro. Pretendemos também começar a pré do disco novo e o registro de uma faixa para homenagem/tributo ao Bo-Diddley.

Fora dos palcos você também atua como produtor e agitador da cena tanto aqui em Campinas como em São Paulo. Fale um pouco sobre esses projetos.

Ano passado tive a ideia de voltar com as produções de shows e de bandas, deixei isso um pouco de lado nos últimos anos, desta vez pretendo concentrar tudo em uma produtora / selo / distribuidora que ainda não consegui fazer o lançamento “oficial”, mas que nome já tem: TrashCan.
O primeiro evento é justamente o show desta sexta (Merda e Scarlett O’Hara no Bar do Zé) o próximo acontece na próxima semana, 27/10, sábado, com o show dos monobands: O Lendário Chucrobillyman e do The Fabulous Go Go Boy From Alabama and His One Man Band e da banda Pororoca Surf Attack que formei com os Surfers Carlão e Fábio do Violentures para tocar versões dos clássicos da Surf Music. O show acontece no Kabana em Barão Geraldo. (Mais infos em breve aqui no Café)

Renan, o que você tem escutado atualmente?

Eu gosto muito dos clássicos Black Flag, Circle Jerks, Dead Kennedys, Bad Brains, Zeke, Dwarves, The Saints, The Sonics, Alice Cooper, Ramones, Misfits, Stray Cats, AC/DC, Dick Dale… Atualmente tenho ouvido bastante as monobandas, pra mim é a coisa mais faça você mesmo punk que está rolando! Ah e musica brega, aqui em casa vai de Ângelo Máximo a Toxic Holocaust fácil. O último que ouvi foi o novo do Os EstudantesPedras Portuguesas na Sua Cabeça”, é realmente fodastico!

Liste os 5 melhores discos que você já escutou na vida.

01. Circle Jerks – VI
02. Dead Kennedys – Plastic Surgery Disasters
03. AC/DC – High Voltage
04. The Sonics – Boom
05. The Damned – Machine Gun Etiquette

Como você vê o cenário independente de Campinas hoje (bandas, exposições, shows)?

Cara eu sou suspeito pra falar… Campinas tem a fama, além daquela que a gente conhece, de ter ótimas bandas, artistas, festivais, publico animado e interessado. Toda produção cultural da cidade continua a mil e se renova dia-a-dia com muita qualidade e principalmente originalidade, mas infelizmente o publico não se renovou, o que é extremamente importante para uma “cena”, posso listar aqui uma série de motivos que acredito que interferiram nesse processo, mas acho que não vale a pena atacar, se desculpar com uma coisa ou outra, muito menos ser saudosista.
O importante é aprimorar o seu trabalho, sua produção, sua banda, expor o seu trabalho em outras cidades, fazer parcerias com quem realmente vive arte e continuar o seu caminho. Quem faz a cidade é você, portanto se não está feliz, mexa-se!

Espaço para você falar o que quiser

Do it!

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Documentário “Autorock – Sexta Edição”

A produtora Sinistro Studio disponibilizou essa semana via YouTube o documentário “Autorock – Sexta Edição”.

O vídeo com cerca de 60 min conta como foi edição de 2011 do “Festival Autorock”, tradicional festival destinado a cultura independente realizado anualmente na  cidade de Campinas/SP.

Confira o vídeo na integra abaixo!

 

Good Coffee!

Autorock 2011: Como chegar!

Confira abaixo como chegar nos shows, exposições e mostras do Festival Autorock 2011!

Click na imagem para ampliar!

Good Coffee!

Programação Autorock 2011

Foi divulgado nesta terça-feira (08/11), a programação da sexta edição do Festival Autorock, evento dedicado a cultura independente realizado anualmente na cidade de Campinas/SP.

Esse ano além das inumeras atrações músicais o festival também irá contar com exibições de vídeos, exposições e oficinas.

Confira abaixo a programação* detalhada do festival:

AUTOROCK 2011

01/12 – Quinta Feira

19:00h – Abertura das exposição:

“Peitas e Pranchas” – Uma coleção de camisetas e skates. Do clássico ao obscuro.

Oficina: Silkscreen / Stickers – Coletivo SHN.

Show com a banda: Violentures (acústico) – Campinas – SP

Discotecagem: Pice Love Crazy

Local: Galeria DisORder – Av. General Osório, 1565 – Cambuí

(Entrada franca)

22:00h – Lançamento da revista PREGO #5

Show com as bandas:

Get Crazy – Campinas/SP

Merda – Vila Velha/ES

Local: O Bar do Zé – Av. Albino JB de Oliveira, 1325 – Barão Geraldo

(Entrada: r$10,00)

Merda

02/12 – Sexta Feira

22:00h – Riva Rock apresenta:

Paulo Gazela Blues Band – Campinas/SP – Lançamento do CD “Singin’ Good Old Songs With Good Old Friends”.

Local: O Bar do Zé – Av. Albino JB de Oliveira, 1325 – Barão Geraldo

(Entrada: r$13,00)

03/12 – Sábado

17:00h – Exposição de caricaturas:

“ Bluseiros”  –  De Fabiano Carriero e Bira Dantas.

Show com: Dokery Duo – Campinas/SP

Local: Carriero Estúdio – Av. Barão de Itapura, 2043 – Guanabara

(Entrada franca)

22:00h – Show com as bandas:

Lisabi – Campinas/SP

Bomb The Music Industry – U.S.A

Local: O Bar do Zé – Av. Albino JB de Oliveira, 1325 – Barão Geraldo

(Entrada: r$15,00)

Lisabi

04/12 – Domingo

16:00h – Show com as bandas:

Dirty Kicks – Campinas/SP

Mobydick – Campinas/SP

Mezcla – Campinas/SP

Zumbi Radioativo – Americana – SP

Véia Banguela – Campinas/SP

Alcoóis – Campinas/SP

K.R.H (Kruel Realidad Humana) – Colombia

Local: Praça Integração – Rua João Paulo Segundo, s/n – Padre Anchieta.

(Entrada franca)

06/12 – Terça Feira

19:00h – Exibição dos videos:

“Wassup Rockers” – Dir. Larry Clark – 2005

“Suburbia” – Dir. Penelope Spheeris – 1983

Local: Museu da Imagem e do Som de Campinas – MIS – Rua Regente Feijó, 869 – Centro

(Entrada franca)

20:30h – Show com as bandas:

Tina Thunder – Sorocaba/SP

Atmosfera Lunar – Franca/SP

Local: O Bar do Zé – Av. Albino JB de Oliveira, 1325 – Barão Geraldo

(Entrada: r$7,00)

Wander Wildner

07/12 – Quarta Feira

19:00h – Exibição dos videos:

“Cólera em Campnas” – Dir. Chopsuey Discos – 2011

“Metal Revenge” – 1988

Local: Museu da Imagem e do Som de Campinas – MIS – Rua Regente Feijó, 869 – Centro

(Entrada franca)

20:30h – Show com a banda:

Barolichacon – Campinas/SP

Local: O Bar do Zé – Av. Albino JB de Oliveira, 1325 – Barão Geraldo

(Entrada: r$7,00)

22:00h – Show com as bandas:

Kamala – Campinas/SP

Blue Barrel – Campinas/SP

Thriven – Campinas/SP

Local: Sebastian Bar – Rua Dona Maria Umbelina Couto, 79 – Guanabara

(Entrada: r$8,00)

08/12 – Quinta Feira

19:00h – Exibição dos videos:

“Get Crazy” – Dir. Allan Arkush – 1983

“Rock n’ Roll High School” – Dir. Allan Arkush – 1979

Local: Museu da Imagem e do Som de Campinas – MIS – Rua Regente Feijó, 869 – Centro

(Entrada franca)

22:00h – Show com as bandas:

O Inimigo – São Paulo/SP – Lançamento do CD “Imaginário Absoluto”

AQUëLES! – Campinas/SP

Local: O Bar do Zé – Av. Albino JB de Oliveira, 1325 – Barão Geraldo

(Entrada: r$10,00)

O Inimigo

09/12 – Sexta Feira

19:00h exibição dos videos:

“Morte e Morte de Johnny Zombie” – Dir. Gabriel Carneiro – 14’

“Estranha” – Dir. Joel Caetano – 13’

“Instantâneo” – Dir. Pedro Ribaneto – 20’

“O Hóspede” – Dir. Ramon Porto Mota e Anacã Agra – 17’

“1:21” – Dir. Adriana Câmara – 11’

Local: Museu da Imagem e do Som de Campinas – MIS – Rua Regente Feijó, 869 – Centro

(Entrada franca)

21:00h – Show com as bandas:

Test – São Paulo/SP

Hutt – São Paulo/SP

Slag – Paulinia/SP

Mortage – Campinas/SP

Executer – Amparo/SP

Local: WoodStock Music Bar – Rua Erasmo Braga, 06 – Bomfim

(Entrada: r$15,00)

22:00h – Kitnet apresenta: Rockones

Show com as bandas:

Shake Heartbreak – Campinas/SP

Footstep Surf Band – Campinas/SP

Local: O Bar do Zé – Av. Albino JB de Oliveira, 1325 – Barão Geraldo

(Entrada: r$12,00)

Get Crazy

10/12 – Sábado

22:00h – Show com as bandas:

Simon Chainsaw – Austrália

Drákula – Campinas/SP – Lançamento do 7′ EP “Vilipêndio a Cadáver”.

Local: O Bar do Zé – Av. Albino JB de Oliveira, 1325 – Barão Geraldo

(Entrada: r$12,00)

11/12 – Domingo

15:00 – Oficina:

Silkscreen / Stickers – Coletivo SHN.

16:00h – Show com as bandas:

Prole – Americana/SP

La Bataria – Campinas/SP

Cobras – Sorocaba/SP

Lo Fi – São José dos Campos/SP

Forgotten Boys – São Paulo/SP – Lançamento do novo álbum “Taste it”.

Wander Wildner – Porto Alegre/RS

Garage Fuzz – Santos/SP

Local: Estação Cultura – Praça Mal. Floriano Peixoto s/n – Centro

(Entrada franca)

*Programação sujeita a alterações.

Maiores informações: ChopSuey Discos – Fone: (19) 3236 0792

Good Coffee!


Resenha: Reffer, Plastic Fire, Merda (Rio de Janeiro, 07/03/2011)

Texto: Raphael Sanchez (Rio de Janeiro)

O carnaval carioca é famoso por seus diversos blocos, pelas mulatas e pelos desfiles das escolas de samba, um grande espetáculo televisionado para todo o mundo. Um ímã de turistas que vêm de vários cantos do mundo pra ver nossas mulatas, ouvir nosso samba e fazer a alegria dos vendedores ambulantes mais espertos. Mas nesta segunda-feira (07/03) de carnaval houve uma alternativa para quem não gosta de samba ou de carnaval. Um pedaço da história do underground brasileiro, diga-se de passagem. A “volta” de uma das grandes bandas de hardcore melódico que já nasceram nessa nossa terrinha.

Mosh Folia!

A segunda-feira de carnaval teve um sabor diferente no Espaço Acústica, no Rio de Janeiro. Ironicamente, À apenas alguns metros do sambódromo, onde a Mangueira entrava, aconteceu um evento que podemos considerar um modesto pedaço da história do underground brasileiro. O show de volta daquela que foi (e ainda é) uma das maiores bandas de hardcore melódico já nascidas no Brasil: o Reffer.

O evento aconteceu no Espaço Acústica, um pequeno edifício de 4 andares localizado no centro no Rio de Janeiro. O lugar é bastante espaçoso, e além dos shows, rolou uma discotecagem dos DJs Renato Jukebox e Annie (da festa College Rock Party) nos andares superiores, sendo que o último andar é a cobertura, que dispunha de uma decoração bem bacana e uma vista bastante interessante dos prédios ao redor.

A primeira banda a se apresentar na noite foram os locais do Plastic Fire. Donos de um hardcore rápido e preciso, e em alguns momentos mais cadenciado (lembrando muito o próprio Dead Fish), os cariocas abriram muito bem a noite de carnaval, intercalando músicas do CD novo com sons mais antigos e mais conhecidos pelo público. O single do disco novo – que também dá nome ao disco – “A Última Cidade Livre”, tem ingredientes do “Zero e Um”, chegando até a lembrar Hot Water Music, fugindo um pouco dos padrões do HC melódico presente nas músicas mais antigas da banda, como “Negativo”, que agitou bastante a galera, fechando o show com um mosh bastante movimentado, e deixando a certeza de que o Rio de Janeiro ainda tem um representante de peso no cenário underground nacional e que, embora talvez não tão originais, fazem um hardcore melódico (com tendências de post-hardcore) com extrema competência.

Na sequência, após um intervalo com a discotecagem do DJ Andrei Yurievitch, vieram os capixabas do Merda, banda do ilustre Mozine, integrante da banda Mukeka di Rato e dono do selo Laja Records. Com um punk rock bem simples, despretensioso e escrachado, o Merda animou a noite do público presente, com músicas como “Enfia Seu Próprio Piru no Seu Cu”, “Garfo do Capeta” e “Vida Fácil”. Rolou até um cover de Legião Urbana (!), “Que País É Esse”, que incluiu o famoso coro “é a porra do Brasil” que tanto ouvi em passeatas estudantis organizadas pela agremiação escolar. E ainda ameaçou um “Smells Like Teens Spirit”, só de sacanagem. Nostalgia à parte, foi um show interessante, irônico e talvez incompreensível para alguns, uma jóia rara do nosso underground.

Após um intervalo um pouco maior do que o anterior, a banda mais aguardada da noite estava no palco. O público que antes estava disperso, se aglomerava para ver de perto a banda que provavelmente muitos ali nunca tinham visto com os próprios olhos (ou ouvidos), assim ao vivo, inclusive este que vos fala.

O show começou sem muita conversa. O Reffer abriu o show com um trecho do áudio do filme “Simples Desejo” (Simple Men), assim como no disco “Interference”, de 2001, ao que emendaram “No Answer”, após um breve instrumental. E pra quem pensou que o show do Reffer seria curto, muito pelo contrário: foi um dos shows mais longos da noite, repleto de pequenas jams (instrumentais), abrindo e fechando as músicas, intercalando-as, criando uma experiência única, quase o Pulse do hardcore melódico. “Water”, numa versão levemente extendida, ficou ainda melhor que a original, se é que isso é possível. “Neutral”, “Feeling Changes”, “Adrift”, todas estavam lá. Nem a antiga “Relief” foi esquecida, nem mesmo a talvez pouco conhecida “3 Pontos”, gravada para uma coletânea de músicas em homenagem ao Atlético Mineiro. Isso mesmo, o time de futebol! Apesar da letra esquisita (palavras do próprio Phillipe), a música é incrível, e dessa mesma forma foi todo o show do Reffer, do começo ao fim. O mosh que se formou durante o show foi algo inexplicável, uma dezena de corpos flutuando num verdadeiro gêiser humano, onde constantemente se via alguém ascender em meio às centenas de pessoas espremidas, e seguia lutando para permanecer flutuando nesse mar de gente, nas ondas dessa música rápida, precisa e extremamente bem-arranjada.

Creio que não seja exageiro dizer que o Reffer foi (e ainda é) uma das grandes lendas do hardcore nacional, e que este dia foi um marco histórico pro underground carioca.

Good Coffee!

Valvulado – Edição de Julho

Nessa edição contamos com o show da banda portuguesa “Born a Lion” ocorrido em maio de 2007 no Festival Bananada (Goiânia-Go). Também neste festival o carismático “Mestre Laurentino, o roqueiro mais antigo do mundo e do Brasil!” O demoníaco Ney dá a dica de livro: “Guitarra e ossos quebrados” de Quique Brown, que narra a turnê europeia das bandas “Merda” e “Leptospirose“, precocemente encerrada devido a um grave acidente com a Van que transportava os músicos.

O segundo bloco trás uma entrevista com Célio Turino, historiador, escritor e ex-secretário de cultura de Campinas. O carismático satanzinho camarada dá como dica de som: “The Murder City Devils“.

Good Coffee!

Compacto Vídeo: Leptospirose

Nesse pequeno vídeo release Quique Brown, vocalista e guitarrista da banda bragantina Leptospirose, fala um pouco sobre produção e a arte do último disco da banda, “Mula Poney”. 

Esse ótimo vídeo foi produzido pela Compacto.Rec. Confira!

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