LaBataria lança EP “Pedaços de Carne” (Entrevistamos Artur, Beto e Flavio)

No próximo domingo (16/02) a partir das 16 horas acontece no Quintal do Gordo em Campinas/SP o show de lançamento de “Pedaços de Carne”, novo EP da banda local LaBataria. A apresentação ainda conta com a participação das bandas Meivorts de Valinhos/SP e Dirijo de Campinas/SP.

Conversamos com Flavio (Vocalista), Artur (Guitarra) e Beto (Guitarra) que nos contaram um pouco como foi o processo de produção e gravação do novo EP entre outras coisas. Confira!

cartazNeste domingo acontece o show de lançamento de “Pedaços de Carne” novo EP da banda. Fale um pouco sobre a expectativa para o show e quais outras novidades podemos esperar da banda em 2014?

Artur: A expectativa é sempre grande tratando-se do Quintal do Gordo, lugar foda de tocar com uma energia rock n roll fora de série e uma ótima cerveja gelada! Valeu Felipe pela força novamente! Neste dia vamos tocar pela terceira vez e será como se fosse a primeira, vamos tocar todas as músicas do EP Pedaços de Carne e não deixaremos de lado as outras músicas que marcaram os shows da banda, como Gripe Suína, Vingador, PiCoca, Frankenstein, Morto-Vivo… Galera compareça porque vamos mandar uma música atrás da outra sem parar para stand up! Além disso, teremos CD’s a venda, detalhe: Com dedo podre na bandeja! Agora para o Café In Sônia em primeira mão essa notícia, para 2014 pretendemos lançar mais dois Ep´s, finalizando a continuação de Pedaços de Carne. Se preparem que vem muita coisa legal por ai, e na bandeja outras novidades sangrentas!

A qualidade de gravação e mixagem é um dos pontos altos do novo EP. Conte um pouco como foi o processo de produção e gravação de “Pedaços de Carne”.

Beto: A verdade é que até a banda foi surpreendida, a fórmula foi simples: chegamos com as músicas prontas e bem ensaiadas, escolhemos um bom estúdio pra captação dos timbres que queríamos (RG Produções) e um produtor como o Guilherme Malosso que sabe fazer rock pesado.

O EP físico se destaca também pelo excelente trabalho gráfico e embalagem, que contou com uma tiragem limitada que acompanha um chaveiro exclusivo. Como surgiu a ideia da “bandejinha“ e quem assina o projeto gráfico do novo EP?

Artur: A ideia desse projeto gráfico é minha, surgiu de uma conversa com o Beto enquanto voltávamos do Estúdio RG Produções após gravarmos as guitarras do EP, o Beto foi curtindo e minha cabeça foi viajando na ideia da bandeja e toda sua concepção. O Flávio colaborou com a direção de arte. O LaBataria sempre curtiu contar histórias em suas músicas, verdadeiras ou não, são pedaços de algo que aconteceu ou vai acontecer, e porque não Pedaços de Carne? Então num dia enquanto fazíamos aquele famoso churrasco de domingo, fiz a fotografia da carne que ilustra a capa. Em relação ao chaveiro com dedo dilacerado, foi a cereja do bolo acompanhando a bandeja. Pode ser o dedo do açougueiro… Quem sabe? A principio seria edição limitada, mas como tivemos vários pedidos vamos preparar uma tiragem de 300 unidades para não deixar a galera que curte a banda sem esse item que ficou tão bacana.

promo

Um dos destaques do EP é a faixa a “Ode Aos Que Não Merecem”. Essa música pode ser dedicada a alguém em especial?

Flavio: Como eu sempre apresento nos shows, essa música é dedicada a todo mundo que te incomoda, que atrapalha, que não faz nada pra ajudar, para aquele filho da puta que chuta o cachorro só pra se divertir, pro cara que não respeita a mulher, que humilha alguém que não tem a mesma condição que ele. Sempre tem um desses passando em nossas vidas.

No final do ano passado a banda também lançou um Split com a banda valinhense Meivorts que também se apresenta neste domingo. Como surgiu a ideia para esse material e como foi à receptividade do Split junto ao publico?

Artur: Trabalho com o Guilherme Trento, e nossa conversa diariamente gira em torno da música, ele estava afastado do Meivorts, quando voltou pra banda me contou das novidades, uma delas era a gravação de um CD novo, e o LaBataria dividia desse mesmo sentimento pois já estávamos gravando. Então resolvemos fazer o Split para ajudar as duas bandas na divulgação dos novos trabalhos. A receptividade tem sido ótima, muita gente compartilhando esse material. A grande vantagem do Split é que a pessoa que gosta do LaBataria passa a conhecer o ótimo trabalho dos caras e vice versa. Rock!

Flavio: O mais importante nesse Split é a troca entre as bandas, as vezes falta um pouco de coletividade na cena. Felizmente tô vendo as bandas se unindo mais agora.

labataria

Nos primeiros shows da banda vocês se apresentavam usando uma máscara de hóquei (igual a do personagem Jason da franquia de filmes Sexta-Feira 13). Porque a banda aboliu essa caracterização no decorrer dos últimos anos?

Artur: O que aconteceu foi que houve um tremendo assédio das garotas que ficavam curiosas para saber quem estava ali por trás daquela mascara cheia de sangue, resolvemos tirar. Resultado, perdemos algumas fãs… O real é o seguinte, somos muito feios e vimos que não precisávamos de máscaras! Mas espere! Assim como o Jason em Sexta feira 13… Pode voltar!

Flavio: Eu sou um dos culpados pelo fim das mascaras, era muito chato cantar com aquilo, suava e incomodava, mas marcou o começo da banda, muito moleque pergunta se a gente vai voltar com elas, quem sabe um dia né? Como o disse o Artur, aguardem, surpresas podem acontecer, e o nome do novo EP abre brechas pra outras caracterizações!

Quais são as maiores influencias hoje para o LaBataria? Quais bandas poderiam recomendar?

Beto: Acho que os 5 da banda tem influências bem em comum se falando de música, e isso acaba indo pras letras e riffs do LaBataria! Podemos citar Bad Religion, Ramones, Turbonegro, Circle Jerks, Misfits, Ratos de Porão, Cólera e Filmes de Terror como as influências mais fortes. Agora para recomendar, temos ouvido muito uma banda nova de Nova York chamada Cerebral Ballzy, o novo disco da banda campineira AQUëLES! também é obrigatório e tem nossos amigos do Don Ramón, que lançou um debut ano passado e tem feito ótimos shows por aqui.

Espaço para vocês falarem o que quiser.

LaBataria: Queremos agradecer a galera que batalha pra ajudar as bandas continuarem a tocar, como o Felipe Correa do Quintal do Gordo, Hector “Zaza” Vega, Julia Magalhães (pelas fotos sempre legais das bandas) Daniel Etê, Ivan Canibal Vegetariano, ao Artie Oliveira (Don Ramon) pela sua intensidade e presença em todos os shows, a galera que curte e apoia a banda, Rei (Woods), e se esqueci de alguém nos desculpe. Falando em Woods, dia 08/03 estaremos tocando o terror novamente junto com o Zumbis do Espaço! Compareçam!

Good Coffee!

Bandas LaBataria e Meivorts lançam Split!

Essa semana as bandas LaBataria (Campinas/SP) e Meivorts (Valinhos/SP) disponibilizaram para download um Slipt com a participação de ambas as bandas!

Por hora as bandas divulgaram apenas o lançamento virtual, mais segundo Guilherme Trento, guitarrista da banda Meivorts, há planos de uma pequena tiragem promocional seguida de uma série de shows com a participação das bandas por diversas cidades.

O Slipt conta ainda com encarte virtual e letras. Escute na integra abaixo e click aqui para baixar!

capa

Good Coffee!

Festival Autorock 2013 anuncia programação (Entrevistamos Daniel Etê)

Foi divulgada essa semana a programação da sétima edição do Festival Autorock, o maior e mais importante evento destinado a música independente realizado na cidade de Campinas/SP.

O festival que será realizado esse ano entre os dias 08 a 18 de Agosto irá contar com inúmeras apresentações musicais, mostra de filmes e exposições de arte.

festival autorock 2013 cartaz_campinas

Entre as principais atrações musicais que estarão presentes este ano no festival estão as bandas: Mukeka di Rato, Rock Rocket, Polara, Drákula, Lisabi, Leptospirose, Hutt, Cólera e Corazones Muertos.

Confira aqui a programação completa e um breve papo que batemos com Daniel Etê, principal articulador e organizador do evento, que nos contou um pouco sobre a história do festival, curiosidades e muito mais! Confira.

Etê, como surgiu a ideia de criar um festival nesse formato? Conte um pouco da história do Autorock e como foram suas primeiras edições.

A ideia de fazer o Autorock veio em 2003, pois queríamos fazer uma comemoração dos 10 anos do primeiro Juntatribo e também porque a cidade estava bem parada, sem nada para fazer e sem nenhum lugar fixo aonde as bandas que gostávamos pudessem tocar… Ok, tinham algumas festas do Sergio Kapeta, mas eram só umas duas ou três por ano. Essa edição foi muito importante, pois ajudou a reunir o público de rock subterrâneo da cidade que andava bem disperso. No ano seguinte, 2004, copiamos descaradamente o Cardápio Underground de Bragança Paulista e adotamos o formato atual com exposições, mostras de vídeo, etc.

As duas primeiras edições rolaram no saudoso Centro Cultural Evolução. Em 2005 conseguimos um apoio da Secretaria de Cultura que disponibilizou a Estação Cultura para os shows gratuitos. Depois ficamos dois anos sem fazer o festival por algum motivo que não me lembro agora e voltamos em 2008 e 2009, pulamos mais um ano e fizemos outra edição em 2011 também com 10 dias. Quem sabe um dia role uma versão de um mês do festival, quem sabe?

Mas basicamente o Autorock é isso; um lugar para festejar, encontrar os amigos, conhecer gente nova, ouvir novas bandas, matar a saudade das bandas velhas e se divertir para caralho, afinal de contas vivemos disso.

Cartaz "Autorock 2003"

Cartaz “Autorock 2003”

Nessas seis edições, qual foi, na sua opinião, o momento ou o show mais marcante?

Durante uma época alguns oportunistas resolveram cooptar uma boa parte do público que juntamos para servir a seus próprios propósitos mequetrefistas. Eles tinham muito dinheiro para trazer bandas comerciais e alugar grandes sistemas de som, mas como já dizia o Lótus Rock: ”O rock and roll não se compra num Supermercado, muito menos num Shopping Center”. Então o show das Mercenárias em 2005 teve um gostinho especial de vingança já que lotamos a Estação Cultura sem ter nenhuma banda mainstream manjada e fizemos a divulgação com flyers silkados em papel craft pelos nossos comparsas do SHN. O show do Cólera na estação também foi a realização de um sonho adolescente, já que quando eu era um muleque de merda não rolava nada parecido por esses lados.

Esse ano o festival irá contar com a participação de inúmeras bandas de peso, entre elas: Polara, Hutt, Mukeka di Rato, Rock Rocket, Corazones Muertos , Leptospirose entre outras… Saindo um pouco do papel de organizador e olhando como expectador, qual show você está mais ansioso para assistir no festival desse ano?

É muito corre, corre e apesar da ajuda fundamental que está rolando de pessoas como o Renan (Trashcan Records) e da sua também, nunca consigo relaxar a bundinha e curtir o barato numa boa como eu gostaria.

Você tá querendo cagar na minha caveira né Zazá? Seria um relaxo com todas as outras bandas se eu disser qual é a minha preferida. Ok eu tenho uma ou algumas, mas não conto pra ninguém.

 

Por quais locais o Autorock vai passar esse ano?

Esse ano o Autorock ira passar pela DisORder, Casa São Jorge, Kabana, MIS, Biblioteca Municipal, Bar do Zé, Woods, Pista de Skate do Pe. Anchieta, Centro de Convivência, Carriero Estúdio e pela primeira vez na Concha Acústica do Taquaral.

Fale um pouco sobre o “AutoTrash”, a mostra de vídeos e curtas que acontece esse ano no festival.

AutoTrash é uma mostra de cinema/vídeo barra pesada, coisa fina mesmo. Temos material que faz com que o Lars Von Trier pareça com a Glória Perez. Carlos Reichenbach, Petter Baiestorf, Ivan Cardoso, Fernando Rick & Marcelo Appezato, John Waters, Shuji Terayama entre outros. A curadoria foi feita por Gurcius Gewdner, cineasta especialista em cinema doentão, da trashera ao experimental… Nossos filmes explodem feito dinamite!

Maiores informações sobre a mostra aqui.

E sobre as exposições?

Também gostamos de arte né? Mas nada de quadros de cavalos, vinho branco e mindinhos em riste por aqui. Vão rolar 3 exposições, a primeira na Galeria DisORder comigo, Filipe Guimarães (vulgo Valdomiro Mugrelise), Gui França e mais alguns convidados. Tem também uma de caricaturas homenageando Woodstock no Carriero Estúdio, outra do Vicente Magalhães na Biblioteca Municipal e a já clássica troca de desenhos do Carlos Dias na Casa São Jorge rolando paralelamente no dia do show da sua banda, o Polara.

daniel ete

Há alguns anos a cidade foi tomada por um marasmo criativo que deu vida a uma infinidade de bandas cover. Como você vê o cenário independente e autoral da cidade hoje? Você acredita que houve uma renovação?

Aqui sempre foi o paraíso de bandas covers e roqueiros covers, por outro lado sempre tivemos bandas duronas e persistentes em seus trampos autorais que cagam e andam para o que a maioria das pessoas acham. As coisas sempre se renovam de uma forma ou de outra, sempre existe o povo que não se conforma com o que está acontecendo e parte para cima feito um capeta. Um exemplo disso é o Lisabi que contrariando quem insiste em dizer que tocar músicas próprias não leva a lugar nenhum e que o negócio é apostar num repertório de canções consagradas pelo senso comum meia boca, acabou de chegar de uma tour pelos EUA.

Certa vez você disse: “Campinas é a cidade das bandas que batem na trave” (Se referindo a uma infinidade de ótimas bandas que surgiam na cidade, mais que por algum motivo acabavam não vingando ou simplesmente desapareciam do dia pra noite). Atualmente qual banda que você vê como destaque em nossa cena local? Alguma aposta?

Cagando na minha caveira de novo Zazá? Eu disse isso quando estava bem breaco, foi tipo uma piada de mal gosto duvidoso, mas é uma forma de ver a falta de apoio que rola para muitas bandas aqui. Já vi gente gravando ótimos trampos e fazendo shows monstruosos que sempre acabaram sendo ignoradas por uma boa parte do público da cidade. Azar desse público, eles que se fodam, sou feliz por ter visto o Grease fazer um dos shows mais animalescos do planeta no finado Ozz, com direito a vinho tinto com o gargalo quebrado, com sangue pelo palco e distorção para caralho, sou grato por ter visto o Anger que era o nosso Criptic Slaugther nos idos de 1988 assim como o Enforcer que era o nosso metal church, me diverti para caralho vendo as Lunettes e os Violentures no antigo e roqueiro Bar do Zé fedendo a fritura véia, curti uma onda  hippie barãogeraldense com o Astromato, dormi capotado na entrada do Soho com muito orgulho, poguei no show do Ofence com a aba do boné para cima, fiz guerra de tortas de creme de barbear enquanto o Lucrézia Borgia encerrava o Juntatribo II, sai na porrada com uns playboys idiotas que queriam zoar as garotas do No Class (aliás eu apanhei para caralho naquele dia), vomitei ao som do Quasimodo Traça Jaguadarte enquanto o Japoneis Black Flag tocava trompete feito um doente.

Me amarro na cultura rock obscura local, acredito no potencial, já vi isso acontecer, vivi essa porra  toda. A piada das bandas que batem na trave tem a ver com o fato de nenhuma banda local ter feito sucesso comercial, mas isso não importa, quem faz sucesso comercial é gente tipo a Sandy e Junior ou qualquer outra coisa jabazenta dessas. Essa terra foi injusta até com o Carlos Gomes, mas nem por isso ele parou de compor.

Aposto em todas as bandas que tocarão e nas que já tocaram no Autorock, aposto em bandas que ainda não foram escaladas para o festival, aposto em qualquer um que enrola cabos sujos de vômito as 5 da manhã depois de um show para 15 ou 20 cabeças, em gente que faz suas próprias canções e sua própria história, por mais torta que possa parecer.

drakula

Espaço para você falar o que quiser.

Quero agradecer a um monte de gente que nesses 10 anos, desde o primeiro Autorock até hoje, me deram um puta dum auxílio colossal:

Nicolas e suas ideias lazarentas, Walkyria por todo o amor, apoio e pelas broncas, você Zazá por assim como eu acreditar em todo esse povo torto, ao Renan, Cacá Toledo meu primeiro parceiro no festival, ao Paulão Shetara e ao mestre Camilo, Kátia e Marino, Gabriel Rapassi, Ney Carrasco, toda a produção do saudoso Valvulado, Artur Ramone, Luiz Fernando Carioca o rei do baile, Gláucio da São Jorge, Chistian Camilo, ao Ney o Satã, ao Denis do som que esperou 6 meses para receber, Kikão comendatore do Pe. Anchieta e sua gang, Artie “trimilique”, Backstage Produções, Riva Rock, Bazar Clube das Pin Ups, Rodrigo Grease e a mais alguém que eu possa ter esquecido porque eu tenho uma memória de galinha.

Mas agradeço principalmente por todas as mais de 100 bandas que já tocaram no Autorock e a todo o público presente, agradeço também a uns malas que nunca foram ao festival, mas também não fizeram a menor falta, muito pelo contrário.

PROGRAMAÇÃO FESTIVAL AUTOROCK 2013

 QUINTA-FEIRA – 08/08

19h – Abertura da Exposição “Auto” com Filipe Guimarães, Gui França, Daniel Ete e convidados.

Show com a banda: Malvo

Entrada: Gratuita
Local: DisORder – Rua General Osório, 1565 – Cambuí

21h – Show com as bandas: Polara (SP) e Mullet Monster Mafia (Piracicaba) + “Troca de Desenhos com Carlos Dias – Ao Seu Alcance”

Entrada: R$ 12 (até as 22h) – R$ 15 (após as 22h)
Local: Casa São Jorge – Av. Santa Izabel, 655 – Barão Geraldo

Polara

SEXTA-FEIRA – 09/08

19h – Show com a banda: Desenmascarado

Entrada: Gratuita
Local: Centro de Convivência de Campinas – Cambuí

21h – Show com as bandas: Bad Motors (Sorocaba) e Black Needles (SP)

Entrada: R$ 12 homem / R$ 8 mulher
Local: Kabana Bar – Av. Dr. Romeu Tortima, 485 – Barão Geraldo

SÁBADO – 10/08

16h – Show com as bandas: Human Trash (SP) e Wasted Pido (Itália)

Entrada: Gratuita
Local: Carriero Estúdio – Av. Barão de Itapura, 2043 – Guanabara

22h – Show com as bandas: Hutt (SP), No Sense (Santos), Flash Grinder (Joinvile) e Slag (Paulínia)

Entrada: R$ 15
Local: Woods Music Bar – Rua Erasmo Braga, 6 – Bonfim

22h – Show com as bandas: AQUëLES! e Corazones Muertos (Argentina)

Entrada: R$ 12
Local: Bar do Zé – Av. Albino J.B. de Oliveira, 1325 – Barão Geraldo

Corazones Muertos

DOMINGO – 11/08

16h – Show com as bandas:  Leptospirose (Bragança Paulista), Shame (Paulínia) Ohw Shit! (Americana), Ragar, Moby Dick e Don Ramon

Entrada: Gratuita
Local: Praça Integração – Av. João Paulo II – Padre Anchieta

SEGUNDA-FEIRA – 12/08

19h – Mostra “AutoTrash” – Curadoria: Gurcius Gewdner

O M da minha Mão (Carlos Reichenbach, 1979, 9 min)
Fuscão Preto – O Trailer (Fellipe Mattei Usa, 2 min, 2007)
War (Gurcius Gewdner, 6 min)
Cannibal Commando (Fellipe Mattei, Itália, 2 min)
Almoço na Relva (Gurcius Gewdner, 2013, 7 min)
Eu Caí da Ponte: Jorge Timm & Os Ilegais (Petter Baiestorf, 2012, 3 min)
Deus o Matador de Sementinhas (Petter Baiestorf, 1997, 2 min)
Desagradável (Fernando Rick & Marcelo Appezato, 2013, 120 min)

Local: Museu de Imagem e Som de Campinas (MIS) – Rua Regente Feijó, 859 – Centro

TERÇA-FEIRA – 13/08

19h – Mostra “AutoTrash” – Curadoria: Gurcius Gewdner

Émotion (Nobuhiko Obayashi, Japão, 1966, 39 min)
DR (Felipe Guerra/Joel Caetano, 2011, 10 min)
Encarnaccion del Tinhoso (Petter Baiestorf, 2009, 7 min)
Arrombada – O Trailer (Petter Baiestorf, 2007, 5 min)
Four for One Yard ( Inessa Kovalevskaya , Rússia, 1967, 10 min)
O Coelho 2 (Elloi Mattar, 10 min)
Mamilos em Chamas (Gurcius Gewdner, 60 min)
Ninjas (Dennison Ramalho,2011, 25 min)

Local: Museu de Imagem e Som de Campinas (MIS) – Rua Regente Feijó, 859 – Centro

 

QUARTA-FEIRA – 14/08

19h – Mostra “AutoTrash” – Curadoria: Gurcius Gewdner

United Trash (Christoph Schlingensief, Alemanha, 1995, 60 min)
Meat Love (Jan Svankmajer, 1 min)
X is Y (Richard Kern, 2 min)
Koneko Monogatari II – As Novas Aventuras Sexuais de Chatran & Zimmer Rumo as Profundezas do Inferno e da Solidão do Matrimônio (Gurcius Gewdner / Masanori Hata, Japão/Brazil, 1986/2013, 90 min)

+ Amyr Cantusio improvisa “Drákula” de Bela Lugosi

Local: Museu de Imagem e Som de Campinas (MIS) – Rua Regente Feijó, 859 – Centro

QUINTA-FEIRA – 15/08

19h – Mostra “AutoTrash” – Curadoria: Gurcius Gewdner

No Smoking (John Waters, 1 min.)
The Mongreloid (George Kuchar, 9 min)
Private Life of a Cat (Alexander Hammid, Musicado por Os Legais & Willie Kampff, 22 min)
Eu Sou um Pequeno Panda (Gurcius Gewdner, 6 min)
Amor & Tara (Ivan Cardoso, 1971, 4 min)
Cannibal Lovecaust (Felipe Mattei, Itália, 1980, 3 min)
The Spot (Terry Gilliam, 1963, 2 min)
Filme Politico (Petter Baiestorf, 1 min)
Freddy Breck Ballet (Gurcius Gewdner, 11 min)
O Cinema é uma Arte Estranha (KZL, 2012, 6 min)
Heart of the World (Guy Maddin, 6 min)
Hardcore Dandies (Gurcius Gewdner, 2012, 15 min)
Video Pirates (Robert K Eiss, Usa, 1987)
The Son of the Invisible Man ( Carl Gottlieb, Usa, 1987, 5 min)
As Incríveis e Maravilhosas Fitas Proibidas & Secretas de Dick Magoon (1971 / 2013, 57 min)
Dez Anos sem GG Allin (8 min)

Local: Museu de Imagem e Som de Campinas (MIS) – Rua Regente Feijó, 859 – Centro

22h – Projeto Mopemuca

Show com as bandas: Bandidos da Luz Vermelha e Trambique 77

Entrada: R$ 12
Local: Delta Blues Bar – Av. Andrade Neves, 2042 – Jardim Chapadão

22h – Show com as bandas: Lisabi

Entrada: R$ 5
Local: Casa São Jorge – Av. Santa Izabel, 655 – Barão Geraldo

Leptospirose

SEXTA-FEIRA – 16/08

19h – Mostra “AutoTrash” – Curadoria: Gurcius Gewdner

The Cage (Shuji Terayama,Japão, 1964, 11 min)
Zoo (Bert Haanstra, Holanda, 1962, 11 min)
Dia de Ano (Gurcius Gewdner, 2005, 25 min)
Let Your Fans Be Your Distributor! (Lloyd Kaufmann, Usa, 2012, 12 min)
Filmes são seus Amigos (Gurcius Gewdner, 2013, 2 min)
Erivaldo, O Astronauta Místico (Gurcius Gewdner , 2013, 6 min)
Zombio 2: Chimarrão Zombies  (Petter Baiestorf, 2013, 83 min)

Local: Museu de Imagem e Som de Campinas (MIS) – Rua Regente Feijó, 859 – Centro

22h – Show com as bandas: Cólera (SP), Zumbi Radioativo (Americana) e Labataria

Entrada: R$ 17
Local: Woods Music Bar – Rua Erasmo Braga, 6 – Bonfim

SÁBADO – 17/08

15h – Show com as bandas: Aeromoças e Tenistas Russas (São Carlos), Revoltz SP (Americana), Maquina Voadora e Monotone Grey

Bazar Clube das Pinups + Feira de Vinis

Entrada: Gratuita
Local: Museu de Imagem e Som de Campinas (MIS) – Rua Regente Feijó, 859 – Centro

21h – Show com as bandas: Ultravespa (Goiânia) e Footstep Surf Music Band

Entrada: R$ 12 homem / R$ 8 mulher
Local: Kabana Bar – Av. Dr. Romeu Tortima, 485 – Barão Geraldo

Mukeka di Rato

DOMINGO – 18/08

14h – Show de enceramento com as bandas: Mukeka di Rato (Espírito Santo), Rock Rocket (SP), Gasolines (SP), MagueRbes (Americana), Motor City Madness (Rio Grande do Sul), Adrede (Indaiatuba) e Drákula

Discotecagem: DJ Krypton

Entrada: Gratuita
Local: Concha Acústica – Lagoa do Taquaral – Av. Dr. Heitor Penteado, Portão 2 – Taquaral

Maiores informações na pagina oficial do festival no Facebook: www.facebook.com/festivalautorock

programação autorock 2013

programaçao autorock 2013 (2)

(click nas imagens acima para visualizar a programação completa)

 

Good Coffee!

Zumbis do Espaço no Bar do Zé

No próximo sábado (07/05) o Bar do Zé em Campinas/SP volta a receber a banda paulista Zumbis do Espaço.

Conhecida por mesclar punk rock, metal, country e por suas letras sobre filmes, quadrinhos e livros de terror, a banda volta a cidade trazendo um dos melhores shows já realizados na região.

A noite conta ainda com a participação da banda local Labataria e com a sempre pogante discotecagem rock de Daniel Etê.

Good Coffee!

Documentário “Autorock – Registro 2009” disponível no YouTube

Finalizado a cerca de um ano o documentário “Autorock – Registro 2009” finalmente está disponível para visualização no site YouTube.

Produzido por Héctor Vega e Guilherme Angeli o documentário é uma pequena mostra do que foi a quinta e última edição (até o momento) do tradicional festival realizado anualmente na cidade de Campinas/SP.

Confira abaixo o vídeo na íntegra e aqui uma breve entrevista para o site Trama Virtual!

Good Coffee!

Autorock – Registro 2009: Teaser

Já está rolando no Youtube o teaser oficial do documentário “Autorock – Registro 2009” que muito em breve será lançado via Café in Sônia Filmes e Backstage Produções.

O documentário de 30 minutos é um breve registro do que foi a quinta edição do já tradicional Festival Autorock que acontece anualmente na cidade de Campinas/SP.

Com mais de 10 horas de material bruto captado por duas câmeras amadoras, o documentário que demorou cerca de 10 meses para ser concluído, conta com incríveis imagens de quase todas as atrações (bandas, exposições…) do Festival Autorock 2009, além de depoimentos de idealizadores e apoiadores desse ótimo evento que movimenta a cena independente em nossa região.

Com direção e edição de Héctor “Zazá” Vega e Guilherme Angeli, “Autorock – Registro 2009” é um documentário indispensável para quem vive, acredita e apóia a cultura independente em nosso país, além de ser mais uma ótima prova de que o bom e velho “do-it-yourself” ainda funciona e pode ser colocado em prática sempre.

Acompanhe aqui todas as novidades sobre o lançamento desse excelente trabalho!

Good Coffee!