Muzzarelas, AQUëLES! e Homeless domingo no Quintal do Gordo!

No próximo domingo, 06/07, acontece em Campinas/SP um dos shows mais esperados do ano, a primeira apresentação da banda Muzzarelas no Espaço Quintal do Gordo!

O evento conta ainda com o show especial de reunião da banda Homeless, que não se apresenta na cidade a mais de 10 anos, e do tão aguardado show de lançamento de “Um Dedinho de Prosa, Dois Dedinhos no Cu“, último disco da banda local AQUëLES! (e um dos mais elogiados de 2014) que volta a se apresentar após um ano longe dos palcos da cidade! Tudo isso acompanhado da melhor discotecagem rock da ChopSuey Discos!

Os shows tem inicio partir das 17 horas! Para maiores informações click aqui!

cartaz zaza e julia

Good Coffee!

Banda AQUëLES! disponibiliza novo disco para download

Na última segunda-feira (23/12) a banda campineira AQUëLES! disponibilizou para download seu novo disco “Um Dedinho de Prosa. Dois Dedinhos no Cu“.

O Disco produzido por Luiz Felipe Moura  (guitarrista da banda campineira Thriven) conta com 18 faixas inéditas e uma faixa bônus (SEQUëLA!) produzida e mixada por Pedro De Conti.  A arte da capa foi assinada por Daniel “Ete” Giometti, artista plástico e baixista da lendária banda campineira Os Muzzarelas.

Confira aqui na integra!

AQUëLES - Um dedinho de prosa, dois dedinhos no cu

Good Coffee!

Conheça Golfo de Vizcaya (Entrevistamos Sylvio Scarpeline)

O ano de 2013 começou com uma grande surpresa vinda de Campinas/SP, a banda Golfo de Vizcaya, formada por integrantes e ex integrantes de bandas como Shame, Makazumba, Cardiac, Meia Lua e Soco, Slasher entre ontras, conta com uma sonoridade visceral, dissonante e cheia de personalidade.

Confira aqui um vídeo exclusivo da banda para o Café in Sônia e uma breve entrevista que realizamos com Sylvio Scarpeline, guitarrista e vocalista, que conta um pouco de como surgiu esse novo projeto.

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Como surgiu a ideia de formar o Golfo De Vizcaya?

Na verdade surgiu de um ensaio que não deu certo. Eu (Sylvio) junto ao Bruno e Laércio estávamos esperando os outros integrantes do “Meia Lua e Soco” chegarem, e eles não chegaram (risos) . Resolvemos então fazer um som para aproveitar o ensaio, e de repente estávamos compondo a musica “Eulina”. Daí para frente foi só achar um batera, que foi a parte mais difícil.

E o porquê do nome?

A principio estávamos com alguns nomes para aprovação, e o “Golfo de Vizcaya” era um nome que tinha agradado quase todos da banda. Procurando pelo Google achei a foto de um barco tirada no próprio golfo pelo fotografo Manuel Hérnandez, e nos acabamos gostando tanto da foto que não só adotamos o nome do local como também usamos a foto para capa de apresentação da nossa banda.

Quais são as principais influencias da banda?

Acho que todos nós escutamos muitas coisas. É difícil falar uma referencia porque até mesmo as bandas que mais gostamos não têm muito a ver com o Golfo. Eu particularmente acho que tem muito Smashing Pumpkins ali, mas um fã de SP pode falar que não consegue visualizar alguma influencia deles na banda. Mas algo que seguimos, e acredito que todos integrantes compartilham da mesma opinião, é seguir a proposta sonora de bandas como Sigur Rós e Pink Floyd. Talvez nem tanto o Taddei que entrou mais tarde na banda, mas os outros integrantes acredito que sigam a mesma ideia.

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Há planos de um disco completo?

É um sonho acho que de toda banda, E a concretização de uma obra. single é legal, mas parece ser um quadro pintado pela metade sabe?!
Mas a musica “Eulina” deu muito trabalho para ser finalizada, então acredito que vamos manter lançando singles. No final vamos montar um Box com as faixas demos e alguns sons só com a parte instrumental para “vender”. Mas nada realmente definido

E shows? Quando vão começar a rolar?

Acredito que logo, estamos no momento criando mais musicas e é um processo bem demorado. Nosso objetivo é ter um repertório de uns 30 minutos, chegando nesse tempo já vamos tentar arrumar contatos para fazer show.

Como andam os demais projetos dos integrantes da banda? Cardiac, Meia Lua e Soco, Shame, outros…

Dos integrantes só dois tocam em outras bandas; o Taddei (Slasher) e o Bruno (Shame e A Fantástica Madame).
O Slasher esta para lançar o novo single deles que particularmente achei ANIMAL. E tanto o Shame como a Madame estão se preparando para entrar no estúdio e gravar um novo CD.

Impossível não relembrar do Makazumba, banda local que você integrou na primeira metade dos anos 2000. Por onde andam os integrantes? Não há chance de um show de reunião da banda?

Acho que não, o Danilo (Biro) mudou de pais, o Guilherme (Hits) faz faculdade em outra cidade, o Guilherme (Vocal) mora hoje na cidade de Paulina, por Campinas mesmo só eu e o Humberto.
Mas eu hoje não tenho esse desejo de tocar. Talvez aconteça, mas muito difícil falar.

Vídeo promo “Golfo de Vizcaya”

E seu trabalho com produção e gravação de bandas? Conte um pouco sobre ele.

Trabalhei dois anos no estúdio do Ricardo Piccoli e não tive experiência melhor. Aprendi muita coisa, principalmente dentro da gravação. Aprendi muito com as bandas, as ruins e as boas, todas tinham algo para passar e acrescentar sem falsidade. Gravei diversas bandas da região que infelizmente não tenho mais contato. E acredite o cliente da música é o pessoal mais bacana de se trabalhar, porque aquilo ali para muitos é um sonho, e você percebe a empolgação misturada com a ansiedade que eles transmitem.
Infelizmente o Piccoli mudou de pais e eu acabei deixando o estúdio. Hoje eu só estou pegando alguns trabalhos de edição de áudio e gravando projetos pessoais. Mas aqui em campinas tem estúdios muito bons. A música “Eulina” foi gravada no estúdio do Mario Porto em Barão Geraldo e no Sincopa, eu recomendo os dois sem sombra de duvida.
Mas espero voltar a trabalhar com áudio em um estúdio. E só para não deixar passar queria agradecer o Fernando Quesada, ele me ensinou quase tudo que sei sobre áudio, foi um cara que me ajudou muito.

Fora a música você também atua na área de produção áudio visual, certo?

É o que eu estou focando no momento, a minha formação foi em cinema. Mas estou retomando esse tempo que parei para estudar áudio, então estou pegando alguns projetos pequenos para trabalhar. Esse mês mesmo vou gravar o clipe de uma banda que chama “Sonora”, vai ficar bem bacana.

Como você vê a cena local atualmente em relação a shows, bandas e casas destinadas a música independente?

Olha sinceramente estou um pouco por fora, o motivo é simples: as bandas novas não me atraem (com exceções). Simplesmente porque eu não sinto ali que eles estão fazendo um som porque gostam disso, e sim estão lá porque eles querem colocar nas suas redes sociais que tem uma banda! No estúdio mesmo tinha banda que cada mês gravava uma música de um estilo diferente…
E as casas de show só tem rolado cover. Não vejo problema em cover porque alguns eu vou, mas sabe quando você fica olhando a banda tocar e pensando: Tá legal, mas me mostra algo novo… Só que isso não é culpa da banda, ou da casa de show, ou do publico, e sim de diversos fatores que acredito, mas não falarei aqui porque iria prolongar muito a resposta.
Mas comparado com antigamente a estrutura é bem melhor, ridiculamente melhor. Mas hardcore é hardcore, e o que gostamos é ir no “Quintal do Gordo” e fazer um show com muito esforço de todos, principalmente dos organizadores! (e acredite, era muito bom, não existe ironia no que falo).
Só que o lance é que quem organiza os eventos de hardcore muitas vezes faz pela paixão, e para mim falta juntar a paixão com o negocio, ou seja, ele tem que ganhar grana para fazer o evento. O organizador precisa ganhar para pagar as bandas e pagar seu trabalho. Só que isso esbarra no gasto do aluguel de equipamento e até mesmo do próprio lugar. O Brasil não é o país do rock e muito menos do hardcore, acho que falta então um acordo melhor entre as partes envolvidas (dono da casa de shows, organizador e banda) para todos saírem ganhando. Mas tudo é um sonho.
Tudo é discutível e eu posso estar velho demais (risos). E só para deixar claro tudo isso é sobre a cena de campinas, de outras localidades só quem é da cidade para saber.

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Quais bandas você poderia citar como destaque atualmente na cena de Campinas?

Com certeza Slasher , Blue Barrel, Thriven, uma que nunca mais ouvi falar que é Teatro Asfalto, AQUëLES!… Tem outras que não vou me lembrar, mas essas bandas são as que eu gosto, o som me agrada. Mas tem outras bandas de destaque que tem um som de altíssima qualidade como o Lisabi, Huaska, Drákula, Cardiac e entre outras.

Espaço para você falar o que quiser.

Queria agradecer três pessoas, A Ricardo Piccoli que foi quem mixou e martirizou a música “Eulina”; A Danilo (Biro) que compôs quase que toda a batera da música; e Gustavo Lima por me ajudar no período da finalização da música.

Good Coffee!

Documentário “Autorock – Sexta Edição”

A produtora Sinistro Studio disponibilizou essa semana via YouTube o documentário “Autorock – Sexta Edição”.

O vídeo com cerca de 60 min conta como foi edição de 2011 do “Festival Autorock”, tradicional festival destinado a cultura independente realizado anualmente na  cidade de Campinas/SP.

Confira o vídeo na integra abaixo!

 

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Resenha: Thriven, AQUëLES! e PigSOUL (Campinas, 06/09/2012)

No último dia 06/09 (quinta-feira) aconteceu no Bar do Zé em Campinas/SP a segunda edição da gig “Café in Sônia Apresenta!” que contou com a participação das bandas Thriven, AQUëLES! e PigSOUL.

Confira abaixo uma breve resenha sobre essa noite total rock!

“A noite (de quinta-feira) estava bem quente, propícia para rever alguns bons e velhos amigos e tomar aquela cerveja gelada.

Já passava da meia noite quando a banda AQUëLES! surgiu no palco especialmente decorado com diversos cartazes “alternativos” resultantes de uma promoção realizada pela organização do show. A banda começou quente com um bloco de músicas mais puxadas para o metal (embora poucas delas tenham passado de 1 minuto de duração) e incluiu ao longo do set várias músicas que estarão em seu próximo disco. A resposta do publico foi bem variada, alguns cantando e dançando, enquanto outros ficavam apenas observando , tentando entender aquele rock´n´roll gritado, visceral e de poucas notas. A apresentação ainda teve direito à participação especial do guitarrista Sidão, da banda Thriven, na música “Na Lata”. Em 40 minutos de show foram executadas 25 musicas e ponto.

Hora de respirar, fumar um cigarro e pedir outra cerveja… O melhor ainda estava por vir!

A banda Thriven sobe ao palco, talvez a banda mais esperada da noite por todos os presentes (bom, pelo menos por mim).

O Thriven (que coloco sem medo ao lado de grandes bandas de Campinas como Muzzarelas, Violentures, Lisabi, entre outras) não decepcionou e fez uma apresentação impecável. Vocal perfeito, guitarras precisas, bateria marcante,  uma verdadeira experiência para todos os presentes no Bar do Zé. Um dos momentos auge do show foi durante a execução da música “Bully”, single do recém lançado álbum “Bag Of Scumbags”, onde grande parte da platéia foi ao delírio com direito a cusparadas de cerveja e tudo mais.

Outro momento muito legal na apresentação foi a homenagem surpresa que a banda preparou para o baterista Gigante, que irá deixar país ainda esse ano por conta de uma viagem de estudos.

O show chegou ao fim com um gostinho de quero mais…

Mas a noite ainda não havia acabado… A banda PigSOUL subiu ao palco quase às 2 horas da manhã e ferveu a pista com seu rock doido e experimental, contando mais uma vez com a cozinha formada por Boni e Gigante, do Thriven. Uma viagem necessária para finalizar a noite de todos em grande estilo.

Com certeza uma noite daquelas que ira ficar para sempre na memória de muitos que ali estavam!”

Good Coffee!

Café in Sônia Apresenta: Thriven, AQUëLES! e PigSOUL

Como  prometido, dia 06/09 (quita feira, véspera de feriado), o Café in Sônia orgulhosamente apresenta o show das bandas Thriven, AQUëLES! e PigSOUL no Bar do Zé (Campinas/SP) em comemoração dos 3 anos de atividade do blog!

Click aqui e confira a promoção que está rolando na pagina do evento no FaceBook!

Nos vemos lá!

Good Coffee!

Exclusivo: Thriven lança clipe de “Bully” (Entrevistamos Pedro, Luiz e Sidão)

Hoje (21/06) a banda Thriven (Campinas/SP) disponibilizou via YouTube e com exclusividade para o Café in Sônia seu mais novo vídeo clipe: “Bully”.

Confira abaixo esse exelente trabalho e uma breve entrevista que realizamos com Sidão Siqueira (guitarra), Pedro Conti (vocal) e Luiz Moura (guitarra) que foi também o responsável pela produção e edição do material.

Esse ano vocês lançaram o tão aguardado disco “Bag of Scumbags” gravado e produzido por Tiago Hóspede (The Silence, ex. Dead Fish) no estúdio DaTribo em São Paulo/SP. Contem um pouco como foi esse processo?

Trabalhar o Hóspede foi muito tranquilo e divertido. Ele tem uma opinião sobre musica muito semelhante à nossa, todas as ideias batiam, ele entendia onde queríamos chegar e tinha as soluções exatas para cada “viagem” nossa. A escolha dos estúdios ficou a seu cargo e, na verdade, o disco foi gravado em 3 estúdios diferentes: a bateria foi gravada no estúdio DaTribo, as guitarras no LCM; baixo, voz e guitarras adicionais no estúdio Lamparina. Começamos em fevereiro de 2011 e o processo basicamente levou um ano inteiro, já que na maioria do tempo nos limitamos à finais de semana.

Hoje estamos lançando com exclusividade aqui no Café in Sônia o vídeo clipe da música “Bully”. Como surgiu a ideia para o vídeo e quem participou desse projeto?

A captação das imagens foi feita em conjunto do Café in Sônia Filmes com o Studio Kaiowas. Como tudo foi feito em um dia, contamos com a ajuda também de amigos como Rapha Olmos (do Kamala), Júlia Magalhães (dá-lhe GoPro!) e Du (do AQUëLES!). O primeiro passo foi escolher a música. Tivemos feedback do pessoal em alguns shows e achamos que “Bully” representa bem a banda. Já que essa música trata especificamente desse assunto, achamos interessante encaixar cenas que remetessem a isso, e ninguém melhor que nós mesmos para fazer (baixo orçamento é isso aí! hehe)… mas nada muito clichê ou longe das zueiras que sempre fazemos uns com os outros. Quando começamos a bolar o vídeo, várias ideias surgiram, mas poucas eram viáveis, então driblamos as dificuldades e restrições com boas sacadas: exploramos as cenas com a luz strobo, cenas em super slowmotion, cenas gravadas em “3D caseiro” e cenas em primeira pessoa. No final, o resultado ficou com a nossa cara: frenético, não convencional e com generosas pitadas de humor. (Confira!)

(Assista em Full HD)

Vocês vêm se tornando uma das bandas mais competentes em apresentações ao vivo de nossa região. Há planos de uma tour mais ampla de divulgação para o novo disco ainda esse ano?

Valeu pelo elogio na pergunta! O ponto alto de uma banda é, com certeza, o ao vivo. Nós apreciamos e damos muita importância a esse momento, então muita energia é gasta para que tudo saia o mais bacana e divertido possível. A nossa vontade é tocar cada vez mais e em locais diferentes, por isso este ano vamos divulgar o CD pelo Brasil. Estamos definindo datas para esses shows e em breve pretendemos ter a agenda o mais cheia possível.

Em outra entrevista há algum tempo atrás perguntei sobre a possibilidade de uma tour internacional. Ainda está nos planos?

Ainda temos planos de uma tour internacional sim! O nosso som é muito bem aceito no exterior e é um caminho natural a gente tentar levar isso pra fora, além de que viajar é sempre uma experiência de vida. Como isso envolve muito planejamento e cuidado, estamos esperando o momento certo para definir quando ela rolará. Precisamos oferecer um show com qualidade lá fora e temos muito o que aprender ainda. O Brasil é grande, temos que tocar muito por aqui para dar esse passo.

Fora o Thriven, vocês participam de outros projetos musicais. Contem um pouco sobre eles.

O Gigante (bateria) e o Boni (baixo) são os mais ocupados da banda. Eles fazem parte de outros projetos e inclusive tocam juntos em alguns deles, como Meretrio, Pig Soul e GoldenGround. O Pedro (vocal) tem um projeto secreto de música eletrônica. Sidão (guitarra) toca banjo, sozinho e Luiz (guitarra) se arrisca na produção musical de bandas muito competentes, como o AQUëLES! que você, Zazá, tanto conhece.

O que você(s) tem escutado atualmente?

Acho que essa podemos responder individualmente.

Sidão: Tenho ouvido muito bluegrass (e derivados) devido ao meu interesse pelo banjo.

Luiz: recentemente ouvi muito o último CD do Anathema “Weather systems”, mas nas últimas semanas estou esquizofrênico, passando por muitas bandas a cada dia.

Pedro: Ando escutando bastante Ital Tek, Modeselektor, The Ocean e Man Man.

Boni e Gigante provavelmente ouvido muito jazz do Meretrio :D

E em relação ao circuito independente? Quais bandas vocês poderiam citar?

Estamos sempre muito presentes nos roles da região e em 90% dos casos são bandas autorais. Sempre que podemos ajudamos de algum jeito: presença nos shows, montagem do palco, iluminação, comprando merch. Dessas bandas, as que estão no topo são: AQUëLES! (puxa saco, hehe), Kamala, Lisabi, Drákula, Deventter, Niharp (ainda sem registro, mas ao vivo é muito bom), Pig Soul, The Silence… são muitas bandas boas!

Espaço para vocês venderem o seu peixe e falarem o que quiser.

Zazá, quando faremos outro curta metragem na sua garagem? :D Gostaríamos de agradecer mais uma vez o espaço que você sempre nos dá. Poder divulgar a nossa banda aqui no seu blog é muito foda! Quem quiser conhecer mais sobre o Thriven, encontra todos os links no site: www.thriven.com.br. No início de 2012 lançamos o nosso CD “Bag of Scumbags”. Confira mais infos sobre o disco, trechos de músicas, merch etc no site: www.bagofscumbags.com. Espero que curtam o nosso CD e o nosso video… deixem mensagens aí! Valeu!

Good Coffee!

Mukeka di Rato em Campinas (26/05)

A ChopSuey Discos e o WoodStock Music Bar orgulhosamente apresentam, dia 26/05 (Sábado), o show da banda capixaba Mukeka di Rato em Campinas/SP.

A noite conta ainda com a participação das bandas: Leptospirose de Bragança Paulista/SP (um dos maiores nomes do rock de São Paulo na atualidade), Lo-Fi  de São José dos Campos/SP e da banda local AQUëLES! apresentando músicas que estarão presentes em seu próximo disco.

 

Good Coffee!