Petição para regulamentação dos músicos de Campinas

Texto: Roger Ceigon

“Para: Prefeito de Campinas (Hélio de Oliveira Santos), Camara dos Vereadores, Secretaria de Cultura, Deputado Carlos Giannazi.”

“O Brasil é reconhecidamente país de forte tradição musical. Sons e Ritmos perpassam nosso modo de ser e viver. Temos orgulho de nossa música e muitas vezes por ela nos sentimos representados. É possível afirmar ainda que a musicalidade e sua pluralidade é um dos fundamentos da identidade nacional, tão relevante quanto o futebol e ainda apresenta-se como uma das mais poderosas formas de preservação da memória coletiva.

A importância da música como parte integrante do patrimônio cultural Brasileiro é reconhecida pela sociedade, pelo poder publico e pela legislação cultural vigente, que admite ser a música, nas suas múltiplas possibilidades, manifestação da cultura Brasileira merecedora de proteção e estimulo.

A operação TOLERÂNCIA ZERO, representada pelo Sr. Carlos Henrique Pinto retornou a autuar fechando postos de trabalho e prejudicando toda economia que gira em torno da noite Campineira. Os músicos tem sido tratados como meliantes desde que essa operaçao foi as ruas.

Já solicitamos a Secretaria de Cultura uma medida de proteção aos músicos da Cidade de Campinas e agora atraves desse abaixo assinado pedimos que a Cultura de Campinas nao seja massacrada por interesse de poucos.

Musica é Cultura, músico é cidadao. Repeitem os musicos.

Baseada em tal relevância e particularmente carente de proteção e legislação especifica em nosso município, solicitamos a Prefeitura municipal de Campinas uma norma regulamentadora especifica não para grandes shows ou eventos, mas para a manifestação musical na sua forma mais crua e simples, em estabelecimentos particulares de pequeno e médio porte, acompanhados por equipamentos limitados. Lugar esse onde a música como manifestação cultural ocorre diariamente em incontáveis pontos do município e representa significativa renda de subsistência para os operários culturais.

Estamos pedindo que regularizem nossa situaçao, que protejam a Cultura do nosso Municipio.”

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Petição em defesa do MIS Campinas

CARTA A POPULAÇÃO

PELA PERMANÊNCIA DO MIS NO PALÁCIO DOS AZULEJOS

“A comunidade artística e a população de Campinas e região foram pegas de surpresa pela matéria do Correio Popular publicada no dia 05/08/2010 (“Palácio dos Azulejos: Hélio retoma o projeto de Toninho”), onde se diz que o Museu da Imagem e do Som (MIS) será transferido do Palácio dos Azulejos para a Estação Cultura, transformando o Palácio em sala de recepções do poder executivo.

Ora, não é aceitável que o MIS, que se encontra há 14 anos nesse prédio público (com garantia legal de permanência definitiva, por meio do decreto nº 14.844/2004), seja removido desse espaço sem uma explicação mais coerente. Na matéria do jornal é apontado que seria uma retomada do projeto do ex-prefeito Toninho. Isto não é verdade. O projeto original de revitalização do então prefeito mantinha o MIS no palácio e destinava uma sala para uso do poder executivo.

Ao contrário do que diz a matéria, o MIS se empenha em cumprir o papel cultural de dar visibilidade ao Palácio dos Azulejos, pois abre suas portas para as mais variadas atividades culturais, artísticas e educativas, em sua grande maioria, gratuitas. Em contato vivo com a população, o MIS é um dos pouquíssimos espaços de Campinas onde há intervenção popular direta em sua programação e funcionamento. Só para ter uma idéia, a média de visitação e participação no Museu é de 1.500 pessoas por mês.

O Palácio dos Azulejos, tombado pelo IPHAN, CONDEPHATT e CONDEPACC, é um dos poucos patrimônios históricos utilizados pela população, graças ao trabalho do MIS. Este prédio tem oferecido a localização e a infra-estrutura necessária para que suas atividades se realizem, mesmo sem o apoio financeiro suficiente do poder público. Restringir o uso do Palácio para fins de reuniões do poder executivo é minimizar seu potencial sócio-cultural para a cidade de Campinas.

Defendemos, assim, a permanência do MIS no Palácio dos Azulejos, reivindicando também o reconhecimento deste espaço por parte do poder executivo como fundamental para a preservação da memória e produção cultural campineira. Neste sentido, fazemos coro com as reivindicações que exigem uma real política cultural para a cidade de Campinas. Para a defesa e permanência do MIS no Palácio, chamamos a população a participar das ações que já estão ocorrendo.”

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