Guitarrista americano Breezy Rodio se apresenta no Echos Studio Bar

Na quinta-feira, dia 26/03, o Echos Studio Bar, em Barão Geraldo, irá receber o show do guitarrista de blues norte-americano Breezy Rodio. O evento marca o início de um projeto chamado “Paulo Gazela Convida”, sob a curadoria do blues man campineiro Paulo Gazela.

cartaz echos

Breezy Rodio é um dos principais nomes da nova geração do blues de Chicago (EUA), cidade que é reconhecida como a capital do gênero. Está constantemente se apresentando nos mais famosos bares e casas de blues, como o House of Blues e o Buddy Guy Blues Legends. Seu estilo mescla o blues tradicional com elementos modernos.

Breezy se apresenta em Campinas/sp acompanhado pela banda Rafael Puccini Blues Trio, de São Paulo/SP. A banda é liderada pelo baixista Rafael Puccini, um dos mais requisitados instrumentistas do cenário blues brasileiro, Rafael também é o produtor responsável pela turnê de Breezy no Brasil.

Para maiores informações sobre o evento click aqui.

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Festival Rock Radical chega a Campinas com muita música e skate

No próximo sábado (28/03) a Lagoa do Capivari, popularmente conhecida como Lagoa do Mingone, será o palco do Festival Rock Radical, edição de Campinas/SP.

Após o sucesso do evento que aconteceu na capital paulista no final do ano passado, onde mais de 10.000 pessoas lotaram o Vale do Anhangabaú, o festival chega a cidade apresentando as bandas Fistt (Jundiaí/SP), Drakula (Campinas/SP), H.I.T. (São Paulo/SP) e Perturba (Jundiaí/SP), além de um campeonato de skate. Tudo com entrada franca.

rock radicalO festival conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Campinas e da loja disORder. “Trata-se de um evento muito empolgante para todos aqueles que curtem a cultura do skate na região. Unir a música ao esporte é a melhor forma de prestigiar esta cultura que cada vez cresce mais no Brasil”, afirma Claudio Henrique proprietário da loja disORder.

Sobre o campeonato

O campeonato será em um formato que é uma novidade no Brasil. Trata-se do Skate Fight. Os participantes serão divididos em chaves e se enfrentam em formato eliminatório (mata-mata) até a grande final. Os quatro finalistas ganharão premiação e material de skate.

Para aqueles que tiverem interesse em participar do torneio basta dirigir-se ao local do evento com um documento original com foto e se inscrever. É gratuito a todos. Para menores entre 16 e 18 anos, é necessário a presença de um maior responsável.

Para saber mais sobre o campeonato e seu regulamento click aqui.

Confira abaixo como foi a edição de São Paulo.

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Documentário sobre Kurt Cobain será exibido no cinema

Texto: Talita Bristotti.

O documentário “Kurt Cobain: Montage of Heck” será exibido nos cinemas de 72 países antes do lançamento oficial na HBO norte-americana, em 4 de maio. Por enquanto, não há previsão de estreia no Brasil.

Montage_of_Heck_posterA ideia de exibir o filme nos cinemas contempla duas questões: mostrar a produção em países que não tem acesso ao canal pago e para que o documentário tenha a possibilidade de concorrer ao Oscar do ano que vem. “Montage of Heck” será lançado em DVD em novembro.

No filme, dirigido por Brett Morgen, Kurt Cobain conta sua própria história por meio de trechos de diários, fitas de áudios e vídeos caseiros. O diretor também entrevistou pessoas próximas ao vocalista do Nirvana. O documentário foi exibido nos festivais de Sundance e de Berlim.

Confira o trailer:

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Sesc Campinas expõe obras da Bienal de Artes

Texto: Talita Bristotti.

O Sesc Campinas promove, a partir desta terça-feira (24), uma exposição com obras selecionadas da 31ª Bienal de Artes de São Paulo. A abertura da mostra, intitulada de “Como (…) Coisas Que Não Existem”, começa às 20h. O evento é gratuito e segue até o dia 7 de junho no Galpão Multiuso da unidade.

sesc_campinasA exposição traz 30 obras selecionadas do conjunto que integrou a Bienal, realizada na cidade de São Paulo em 2014. O artista paraense Eder Oliveira é responsável pela pintura do mural no Galpão Multiuso. Confira como o trabalho foi desenvolvido:

A exposição pode ser visitada de terça a sexta-feira, das 8h30 às 21h; e aos sábados, domingos e feriados, das 9h30 às 18h. O Sesc Campinas fica na Rua Dom José I, 270, Bonfim. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone 3737-1500 ou pelo site.

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Infinity apresenta música inédita “Our Time” (One for Life)

A banda campineira Infinity, formada por Vitor (guitarra e voz), Joe (baixo) e Dener Taique (bateria), disponibilizou hoje via SoundClound a música demo “Our Time” (One for Life), primeira gravação da banda em quase 10 anos. Gravada e produzida de forma totalmente caseira, a demo é uma previa do que a banda pretende produzir em estúdio em um possível EP de inéditas, ainda sem previsão de gravação ou lançamento.

A banda, uma das principais da chamada “geração Antimatéria” ao lado de nomes como Makazumba, All Jokers, MIPT, The Blue John Incident entre outras, lançou em 2003 seu primeiro CD Demo intitulado “Infinity” que contava com 4 músicas em inglês; “I Can’t Live“, “Memories of You“, “Asleep” e “Raining Tears”. Em 2006 a banda lançou um EP virtual com duas músicas em português; “Meus Dias” e “Tudo Que Já Passou”.

Confira abaixo e com exclusividade para o Café in Sônia: “Our Time” (One for Life).

infinity

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Comedores de Lixo lança clipe de “Alianças do Medo”

Texto: Talita Bristotti.

O grupo Comedores de Lixo lançou o clipe de “Alianças do Medo”, música que faz parte do disco “Aos Mortos” (2012) – o primeiro registro oficial da banda. Formada por Lawrence (vocal), Roninho (guitarra), Marcel (baixo) e Beto (bateria), a banda de João Pessoa/PB surgiu em 1996.

promoO clipe de “Alianças do Medo” foi lançado no Dia das Mulheres e trata sobre a violência doméstica pela ótica de três mulheres, que sofrem com a vergonha da agressão. Thuany Azevedo, integrante da banda de hardcore feminista Noskill, participa do clipe, que tem direção e roteiro de Pedro Galiza, realização da Recheio Digital e produção da Uhoo! Filmes. Confira o resultado abaixo.

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Arquivo in Sônia: Mafalda – Ao vivo no Sesc Campinas (2004)

No final da primeira metade dos anos 2000, Campinas/SP borbulhava em um verdadeiro caldeirão de novas bandas e excelentes músicos, nessa época surgiram bandas como The Blue John Incident, Makazumba, All Jokers, Shame, Infinity entre muitas outras que mais tarde dariam origem a bandas como Golfo de Vizcaya, Thriven e Nova Pasta.

Na época o principal reduto alternativo e ponto de encontro dessas bandas era o Centro Cultural Antimatéria onde aconteciam a maioria dos shows desse período. Em meio a esse turbilhão cultural surgiu uma banda que segundo sua vocalista, Carol Teracine “teve a duração de um espirro”, essa banda era o “Mafalda”.

mafaldaO grupo que contava ainda com a participação de Gabriel Duarte (baixo e voz), Eduardo Miranda (guitarra) e Lucas Penha (bateria), gravou em 2004 provavelmente seu único registro captado durante uma apresentação ao vivo no Sesc Campinas.

Confira abaixo duas músicas retiradas dessa apresentação.

Confira aqui também uma entrevista que realizamos com Carol Teracine em 2013.

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“Oficina Cultural Hilda Hilst fechará as portas em abril”

Matéria publicada originalmente no site da RAC no dia 21/03/2015 por Delma Medeiros

A Oficina Cultural Hilda Hilst (OCHH), unidade da Secretaria de Estado da Cultura gerenciada pela organização social (OS) Poiesis – Instituto de Apoio à Cultura, à Língua e à Literatura, vai fechar as portas. A entidade, que funciona na Rua Ferreira Penteado, no Centro, será desativada no final de abril e três dos quatro funcionários serão dispensados. Apenas o coordenador, Fábio Luchiari, será mantido e atuará como assessor da Oficina Cultural Carlos Gomes, de Limeira, que se encarregará de gerenciar as atividades da região de Campinas. Oficialmente, a OCHH completa dez anos em 12 de abril, mas efetivamente está em atividade desde 2000, oferecendo oficinas, cursos, palestras e workshops nas áreas de artes cênicas, visuais, comunicação, moda, design, cultura digital, gestão cultural, literatura, marketing, patrimônio cultural e música. De acordo com a Secretaria de Estado da Cultura, o serviço está sendo “reestruturado” e todas as atividades serão mantidas.

OC-Hilda-Hilst_Divulgacao1No total, seis unidades de Oficinas Culturais serão fechadas no Estado pela Poiesis — Campinas, Araçatuba, Araraquara, São João da Boa Vista, Bauru e São Paulo — e absorvidas por outras instituições. “A difusão de atividades para outros municípios das regiões antes atendidas pelas sedes citadas será mantida, no mesmo modelo de parceria com as prefeituras”, afirma a nota oficial da Secretaria. “A OCHH será desativada, mas as programações culturais de Campinas e região serão mantidas por meio de parcerias, gerenciadas pela unidade de Limeira, que contará com a assessoria do atual coordenador da unidade de Campinas”, informou a Poiesis.

“A reestruturação foi definida pela Poiesis, organização social responsável pela gestão do programa Oficinas Culturais, em função da readequação do orçamento estadual, seguindo diretriz de qualificação dos gastos e otimização dos recursos”, informam a Secretaria e a OS. Segundo a nota da Secretaria, “a medida implicará em economia dos valores de aluguel, manutenção e serviços dos prédios desativados, que serão revertidos para a programação cultural”. A Poiesis afirma que todos os projetos artísticos selecionados “seguirão como parte da programação, que tem horizonte trimestral”. Para o 2º trimestre do ano, a OCHH prevê a realização de 17 oficinas, sendo 13 em Campinas e quatro em cidades abrangidas pela unidade.

Apesar da afirmativa de que as atividades não serão prejudicadas, instrutores e participantes das oficinas veem a medida com apreensão. “É uma pena, as oficinas em Campinas sempre têm grande demanda. Estranho Campinas ser absorvida por Limeira, o contrário seria mais razoável. Lamento muito saber disso”, afirma o produtor cultural Reginaldo Menegazzo, que já ministrou várias oficinas de gestão cultural na OCHH, sempre com vagas esgotadas.

“Absurdo, a cidade já tem tão poucos espaços e serviços nesse sentido. É uma perda para quem fornece e para quem quer receber a formação. As oficinas permitem que a população seja protagonista do processo, não faz sentido fechar a unidade e restringir o acesso da população”, diz Estela Tozetti, participante de oficina.

Para o produtor cultural Cabeto Rocker, que iniciou a atividade em Campinas juntamente com o também produtor Marcos Kaloy, a medida é “uma vergonha”. Para ele, como cidade sede da Região Metropolitana (RMC), Campinas tinha de manter a unidade e até ampliar a área de atuação. “O movimento cultural vem perdendo força em Campinas. Sem cultura, Campinas corre o risco de virar uma cidade dormitório. Esta é uma grande perda, uma tristeza.” Em 2014, a Oficina Cultural Hilda Hilst atendeu 1.412 pessoas.

Contrato

O contrato firmado entre a Secretaria de Estado da Cultura e a Poiesis para gerenciamento do programa Oficina Cultural estabelece um repasse de R$ 134 milhões para desenvolvimento das oficinas até 2018. Pelo contrato, para o exercício de 2015, a estimativa de repasse à organização social é de R$ 24 milhões. Já a Poiesis informa que o plano de trabalho ajustado com a Secretaria para 2015 prevê o repasse de R$ 19 milhões, a serem gastos na programação cultural, pessoal e custeio.

Petição

Alguns usuários e apoiadores da Oficina Cultural Hilda Hilst criaram uma petição on line para impedir seu fechamento. Click aqui para assinar a petição em apoio a um dos centros culturais mais importantes dos últimos anos em Campinas/SP.

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