“Mais Uma Madrugada Fria” busca financiamento colaborativo.

Em um quarto de hotel barato no centro da cidade, dois assassinos de aluguel se enfrentam psicologicamente, duelando com palavras afiadas e histórias duvidosa, esse é o enredo do curta-metragem neo-noir “Mais Uma Madrugada Fria” do diretor Eduardo Basile. Baseado em uma história em quadrinhos independente, o filme nos apresenta um submundo alternativo, com personagens que lembram uma versão moderna de faroeste, onde para sobreviver não basta ser o mais forte, mas principalmente ser o mais esperto.

O curta, contemplado no FICC (Fundo de Investimento Culturais de Campinas) e que será rodado entre as cidades de Campinas e Paulínia, também busca apoio financeiro via Catarse, um dos mais famosos e importantes sites de financiamento colaborativo do Brasil.

Click aqui e conheça mais sobre o projeto e como apoio-o.

mais uma madrugada fria

Links:
Catarse: http://www.catarse.me/madrugadafria
Blog: http://www.maisumamadrugadafria.blogspot.com.br
Facebook: http://www.facebook.com/maisumamadrugadafria

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“Oficina Cultural Hilda Hilst fechará as portas em abril”

Matéria publicada originalmente no site da RAC no dia 21/03/2015 por Delma Medeiros

A Oficina Cultural Hilda Hilst (OCHH), unidade da Secretaria de Estado da Cultura gerenciada pela organização social (OS) Poiesis – Instituto de Apoio à Cultura, à Língua e à Literatura, vai fechar as portas. A entidade, que funciona na Rua Ferreira Penteado, no Centro, será desativada no final de abril e três dos quatro funcionários serão dispensados. Apenas o coordenador, Fábio Luchiari, será mantido e atuará como assessor da Oficina Cultural Carlos Gomes, de Limeira, que se encarregará de gerenciar as atividades da região de Campinas. Oficialmente, a OCHH completa dez anos em 12 de abril, mas efetivamente está em atividade desde 2000, oferecendo oficinas, cursos, palestras e workshops nas áreas de artes cênicas, visuais, comunicação, moda, design, cultura digital, gestão cultural, literatura, marketing, patrimônio cultural e música. De acordo com a Secretaria de Estado da Cultura, o serviço está sendo “reestruturado” e todas as atividades serão mantidas.

OC-Hilda-Hilst_Divulgacao1No total, seis unidades de Oficinas Culturais serão fechadas no Estado pela Poiesis — Campinas, Araçatuba, Araraquara, São João da Boa Vista, Bauru e São Paulo — e absorvidas por outras instituições. “A difusão de atividades para outros municípios das regiões antes atendidas pelas sedes citadas será mantida, no mesmo modelo de parceria com as prefeituras”, afirma a nota oficial da Secretaria. “A OCHH será desativada, mas as programações culturais de Campinas e região serão mantidas por meio de parcerias, gerenciadas pela unidade de Limeira, que contará com a assessoria do atual coordenador da unidade de Campinas”, informou a Poiesis.

“A reestruturação foi definida pela Poiesis, organização social responsável pela gestão do programa Oficinas Culturais, em função da readequação do orçamento estadual, seguindo diretriz de qualificação dos gastos e otimização dos recursos”, informam a Secretaria e a OS. Segundo a nota da Secretaria, “a medida implicará em economia dos valores de aluguel, manutenção e serviços dos prédios desativados, que serão revertidos para a programação cultural”. A Poiesis afirma que todos os projetos artísticos selecionados “seguirão como parte da programação, que tem horizonte trimestral”. Para o 2º trimestre do ano, a OCHH prevê a realização de 17 oficinas, sendo 13 em Campinas e quatro em cidades abrangidas pela unidade.

Apesar da afirmativa de que as atividades não serão prejudicadas, instrutores e participantes das oficinas veem a medida com apreensão. “É uma pena, as oficinas em Campinas sempre têm grande demanda. Estranho Campinas ser absorvida por Limeira, o contrário seria mais razoável. Lamento muito saber disso”, afirma o produtor cultural Reginaldo Menegazzo, que já ministrou várias oficinas de gestão cultural na OCHH, sempre com vagas esgotadas.

“Absurdo, a cidade já tem tão poucos espaços e serviços nesse sentido. É uma perda para quem fornece e para quem quer receber a formação. As oficinas permitem que a população seja protagonista do processo, não faz sentido fechar a unidade e restringir o acesso da população”, diz Estela Tozetti, participante de oficina.

Para o produtor cultural Cabeto Rocker, que iniciou a atividade em Campinas juntamente com o também produtor Marcos Kaloy, a medida é “uma vergonha”. Para ele, como cidade sede da Região Metropolitana (RMC), Campinas tinha de manter a unidade e até ampliar a área de atuação. “O movimento cultural vem perdendo força em Campinas. Sem cultura, Campinas corre o risco de virar uma cidade dormitório. Esta é uma grande perda, uma tristeza.” Em 2014, a Oficina Cultural Hilda Hilst atendeu 1.412 pessoas.

Contrato

O contrato firmado entre a Secretaria de Estado da Cultura e a Poiesis para gerenciamento do programa Oficina Cultural estabelece um repasse de R$ 134 milhões para desenvolvimento das oficinas até 2018. Pelo contrato, para o exercício de 2015, a estimativa de repasse à organização social é de R$ 24 milhões. Já a Poiesis informa que o plano de trabalho ajustado com a Secretaria para 2015 prevê o repasse de R$ 19 milhões, a serem gastos na programação cultural, pessoal e custeio.

Petição

Alguns usuários e apoiadores da Oficina Cultural Hilda Hilst criaram uma petição on line para impedir seu fechamento. Click aqui para assinar a petição em apoio a um dos centros culturais mais importantes dos últimos anos em Campinas/SP.

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Documentário “Viva Viva” é laçando em DVD no Brasil

Viva Viva é um documentário experimental dirigido por Carolina Pfister sobre punks, identidade e a experiência urbana de São Paulo. Em 2013 o filme foi lançado em festivais de cinema nos Estados Unidos e na Cinemateca de São Paulo, além de rodar diversos festivais de cinema pelo Brasil. Foi recentemente lançado em DVD pela produtora do CBGB Music & Film Festival de New York e será distribuído no Brasil pela Ideal Shop. Em Abril começa a ser vendido pela Alternative Tentacles, do lendário vocalista da banda Dead Kennedys, Jello Biafra, além da Amazon Estados Unidos, onde já pode ser assistido via streaming.

dvdcover_viva_vivaCom trilha sonora que conta com Objeto Amarelo, do artista Carlos Issa, e Retórica, do músico Ian Dolabella, Viva Viva é um recorte singular da filosofia punk, “e um retrato dessa cidade que amo e odeio e que tanto me inspirou” diz a diretora. O documentário revisita cenas do filme “Punks” de 1983 (Sarah Yakni e Alberto Gieco) traçando um paralelo entre as realidades não tão distintas dos punks de hoje.

Viva Viva traz uma nova perspectiva sobre o movimento mais de três décadas depois, através de personagens conhecidos e desconhecidos no cenário punk de São Paulo, e bandas como Ratos de Porão, Inocentes, Dominatrix, Cólera, I Shot Cyrus entre muitas outras.

O documentário

Viva Viva foi filmado pela diretora Carolina Pfister entre os anos de 2003 e 2005, com cinematografia adicional de Pierre de Kerchove e assistência de produção de Pedro Carvalho, Kel Figueiredo e Richard Pfister.

Depois das fitas quase se perderem com o furacão Katrina, quando morava em New Orleans, e em um incêndio florestal na Califórnia, seis anos se passaram antes que a diretora finalizasse o projeto. Turbulento do começo ao fim.

Como não poderia deixar de ser, Viva Viva é um testamento “DIY”, o faça-você-mesmo, que começou como sub cultura através do punk nos anos 1970. Primeiro, como método de organizar seus próprios shows e, mais tarde, como a autossuficiência de se completar qualquer projeto por si só. A ética DIY é a essência da ideologia punk, e como movimento de periferia que começou durante a ditadura, “o punk brasileiro é o faça-você-mesmo em sua expressão mais criativa” afirma a diretora, “uma filosofia que ainda influencia minha vida e produção.”


A diretora

Carolina Pfister, hoje radicada em Portland (EUA), deixou o Brasil para um mestrado em cinema experimental logo antes do ataque terrorista de 2001. Em meio a uma onda xenofóbica e um clima incerto, a diretora percebeu um desconhecimento em relação a experiência urbana além das fronteiras do “primeiro mundo”, e uma expectativa folclórica sobre sua produção artística como sul-americana.

Para fornecer um contraponto a uma perspectiva, que achava distorcida e limitada, Carolina buscou um retrato urbano sobre outra brasilidade, mas nem por isso menos autêntica. Em um país conhecido por uma tradição musical fora do rock, o punk trouxe uma expressão catártica mais próxima às realidades urbanas.

Conheça duas gerações que moldam uma cultural global dissidente e criam a trilha do caos urbano. Sob o concreto de São Paulo, os punks nos convidam a abrir os olhos. Viva Viva!

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Nova Odessa promove 1º Festival Grito Rock

Texto: Talita Bristotti.

A cidade de Nova Odessa, na região de Campinas/SP, participa pela primeira vez do circuito oficial do Grito Rock. O festival será promovido no dia 12 de abril, de forma gratuita, na Praça José Gazzeta, na região central da cidade, a partir das 9h. A organização fica por conta do Folclore, projeto de fotografia de Robson Afonso.

grito rockSerão 12 horas de festival e a programação, que contempla música, arte, dança, teatro e fotografia, ainda está sendo definida pela organização. “Não existe evento que dê qualquer visibilidade aos artistas autorais de Nova Odessa. Desde que me lembro, a cidade é muito carente na área da cultura”, avalia Robson. “O Grito Rock é um evento com grandes dimensões e queremos fazer a cidade entrar neste circuito também, além de fomentar a cultura de Nova Odessa”, disse Robson.

Na parte musical, segundo a organização, estão confirmados grupos como Vitex, Roots Favela, Hurry up, Noarf, Ragar, La Makina, Espiral 8 e Eletro Doméstico e também shows acústicos do Meu Ano Fantasma, Bruno Menega e Caravana Delas.

O Folclore

O Folcore é um projeto pessoal de fotografia de Robson Afonso, que tem como objetivo principal mostrar a cena underground da região de Campinas. O projeto faz parte de uma rede de colaboradores de um selo chamado Gabiru Records, que visam criar uma rede de ajuda coletiva e de fomentação do rock autoral.

Para maiores informações sobre o 1º Grito Rock de Nova Odessa click aqui.

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Sábado acontece a primeira edição do Circuito Mercado Las Cosas

Sábado, 07/03, acontece em Campinas/SP  a primeira edição do Circuito Mercado Las Cosas, idealizado pelas produtoras Millena Carlström e Desiree Franco. O evento irá apresentar novos estilistas, de moda feminina, masculina e infantil ao lado de brechós, antiguidades, discos de vinil, livros da contracultura, drinks e comidas. O mercado, tem por objetivo unir os amantes de artes, moda, música, gastronomia e cultura da cidade de Campinas e região. As edições acontecerão aos sábados, na loja Artistas do Mundo e farão conexão com as loja Dixie e disORder, todas localizadas na Rua General Osório, fazendo assim, o “Circuito Mercado Las Cosas”.

mercadoA escolha do bairro do Cambuí também não se deu de maneira aleatória. Segundo uma das organizadoras Milena Carlström o bairro guarda uma tradição em relação às feiras populares, como é o caso da Feira Hippie que acontece no Centro de Convivência Cultural.

A programação conta ainda com uma seleção musical especialmente escolhida pelas curadoras do evento, além da apresentação da banda Kosmica e dos guitarristas Beso e Guilherme Maglio.

Serviço:
Estreia dia 7 de março, sábado
Horário das 10:00 as 16:00 horas
Endereço: Rua General Osório, 1613,1565 e 1566
Entrada- FreeParte inferior do formulário

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Morre Camilo Chagas, um dos mais importantes agitadores culturais de Campinas/SP

Na última segunda-feira (02/03) faleceu aos 63 anos Camilo de Lellis Chagas, uma das figuras mais importantes do cenário cultural local e grande agitador nas décadas de 80 e 90, vitima de hepatite, doença que combatia ao longo dos últimos anos.

Chagas foi um dos proprietários do Ilustrada – Um Banho de Bar, no principal reduto boêmio da cidade na época chamado “Setor”. Em 1985 foi um dos criadores do Tomá na Banda, a mais antiga banda carnavalesca da cidade, que este ano fez seu trigésimo desfile.

O Ilustrada rendeu ainda dois LPs: o Ilustrada volume 1, de MPB, com músicas autorais; e o volume 2, da fase roqueira.

O corpo de Camilo Chagas foi velado nesta segunda e seu enterro está marcado para esta terça-feira (3), às 10h, no Cemitério Parque das Acácias.

camilo chagasarquivo 0nbceebm-2632184 1_0nbced2m-2632245Good Coffee!

Confira aqui a programação completa do Festival Autorock 2014!

O tradicionalíssimo festival de música independente Autorock, que acontece todos os anos na cidade Campinas/SP, anunciou essa semana a programação completa de sua 8° edição que acontece entre os dias 11 e 21 de Setembro!

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O festival que conta este ano com a apresentação de 49 bandas, uma exposição e uma mostra especial de curtas e filmes com a curadoria do mestre do cinema trash Petter Baiestorf, tem entre suas atrações musicais confirmadas as bandas: Dead Fish, Twinpines, Camarones Orquestra Guitarrística, Evil Idols, Seek Terror, Periferia S.A, Lisabi, Muzzarelas e atração internacional Belgrado (Espanha).

Participam do festival também as principais casas de show da cidade, entre elas: Bar do Zé, Sebastian Bar, Kabana Bar, Woods, Echos, Barril da Mafia, Quintal do Gordo, Rudá, Brazuca, Memphis além dos espaços públicos: MIS (Museu de Imagem e Som de Campinas), Praça Rui Barbosa, Pista de skate do bairro Padre Anchieta e Concha Acústica do Taquaral.

Confira a programação completa e detalhada do Festival Autorock 2014 e programe-se!

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(Click na imagem para ver a programação ampliada)

final_tras_prog(Click na imagem para ver a programação ampliada)

PROGRAMAÇÃO FESTIVAL AUTOROCK 2014

 QUINTA-FEIRA – 11/09

19h – Abertura da Exposição “Autorock”.

Show com a banda Twinpines

Entrada: Gratuita
Local: DisORder – Rua General Osório, 1565 – Cambuí

21h – Show com as bandas: The Violentures (Lançamento do CD “Red, Sex and Fire”), Footstep Surf Band, Modulares

Entrada: R$ 12
Local: Sebastian Bar – Rua Dona Maria Umbelina Couto, 79 – Guanabara

SEXTA-FEIRA – 12/09

21h – Festa SKAndalosa com as bandas: Ba Boom e El Kabong

Entrada: R$ 20
Local: Casa São Jorge – Av. Santa Izabel, 655 – Barão Geraldo

22h – Show com as bandas: Beyond the Grave, Violent Ilussion, Cicatrizes do Ódio e Metalizer

Entrada: R$ 15
Local: Woods Music Bar – Rua Erasmo Braga, 6 – Bonfim

twinpines

SÁBADO – 13/09

16h – Show com as bandas: Camarones Orquestra Guitarristica (RN), Evil Idols (PR), Labataria, Os Pontas e Malvo

Entrada: Gratuita
Local: Praça Rui Barbosa (Atras da Catedral) – Centro

22h – Show com as bandas: Ema Stoned e A Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante

Entrada: R$ 12
Local: Bar do Zé – Av. Albino J.B. de Oliveira, 1325 – Barão Geraldo

22h – Show com as bandas: Desenmascarado e Belgrado (Espanha)

Entrada: R$ 15
Local: Echos – Rua Agostinho Pattaro, 54 – Barão Geraldo

DOMINGO – 14/09

16h – Show com as bandas:  Seek Terror, Horace Green e Gagged

Entrada: R$ 10
Local: Quintal do Gordo – Rua Sete de Setembro, 553 – Vila Industrial

camarones

SEGUNDA-FEIRA – 15/09

19h – Mostra “AutoTrash” – Curadoria: Petter Baiestorf

Horário Nobre ou Banquete Para Urubus (Dimitri Kozma, 2012, 20 min.)
Confinópolis (Raphael Genuíno, 2011, 15 min.)
Mal Passado (Júlio Wong, 2013, 20 min.)
O Terno do Zé (Fabiano Soares, 2013, 21 min.)
Matadouro (Carlos Júnior, 2012, 70 min.)

Local: Museu de Imagem e Som de Campinas (MIS) – Rua Regente Feijó, 859 – Centro

TERÇA-FEIRA – 16/09

19h – Mostra “AutoTrash” – Curadoria: Petter Baiestorf

Gemini (Leandro Lopes, 2013, 5 min.)
Ia Dizer Que Voltei (Matheus Frazão, 2013, 30 min.)
Vamos La Camarada, Aperte a Mão do Coleguinha (Angelo Souza, 2013, 30 min.)
É Campeão (Lud Lower, 2014, 5 min.)
Entrei em Pânico 2 (Felipe M. Guerra, 2011, 82 min.)

Local: Museu de Imagem e Som de Campinas (MIS) – Rua Regente Feijó, 859 – Centro

QUARTA-FEIRA – 17/09

19h – Mostra “AutoTrash” – Curadoria: Petter Baiestorf

Trailer de Cleopátra 2 (Filmaralho, 2014, 5 min.)
Pressa de te Amar (Gurcius Gewdner, 2014, 3 min.)
AM-SP Punk Rock (Matheus Souza, 2012, 5 min.)
Sede (Cleiner Micceno, 2013, 15 min.)
Hard Rock Zombies (Krishna Shah, 1985, 98 min.)

Local: Museu de Imagem e Som de Campinas (MIS) – Rua Regente Feijó, 859 – Centro

petter

QUINTA-FEIRA – 18/09

19h – Mostra “AutoTrash” – Curadoria: Petter Baiestorf

Trailer de Zombio 2: Chimarrão Zombies (Petter Baiestorf, 2013, 2 min.)
O Boitatá (Helvécio Parente, 2013, 13 min.)
Freelance Ninjas – Primeira Classe (Mike Klafke, 2013, 30 min.)
O Colírio de Corman (Dick Magoon, 2014, 20 min.)
Pink Narcissus (James Bidgood, 1971, 64 min.)

Local: Museu de Imagem e Som de Campinas (MIS) – Rua Regente Feijó, 859 – Centro

21h – Show com as bandas: Topsyturvy e Cheesehead

Entrada: R$ 15
Local: Barril da Mafia – Rua Dom Pedro I, 390 – Guanabara

22h – Show com as bandas: Instrumentalia e Sr. Macaco

Entrada: R$ 10 (até as 22h) R$ 15 (após as 22h)
Local: Rudá – Av. Santa Izabel,  490 – Barão Geraldo

lisabi

SEXTA-FEIRA – 19/09

19h – Mostra “AutoTrash” – Curadoria: Petter Baiestorf

Six She’s And A He (Richard S. Flink, 1963, 47 min.)
La Nave de los Monstruos (Rogelio A. González, 1960, 81 min.)

Local: Museu de Imagem e Som de Campinas (MIS) – Rua Regente Feijó, 859 – Centro

21h – Show com as bandas: F.U.B.E e Fantástica Maddame
+ Riva Rock nos vinis (Tributo a Jimi Hendrix)

Entrada: R$ 15
Local: Brazuca – Av. Santa Izabel, 800 – Barão Geraldo

22h – Show com as bandas: Kosmica, Hellgrass e Vermoon

Entrada: R$ 10 até as 22h45 após R$ 15
Local: Memphis – Av. Andrade Neves, 2042 – Castelo

SÁBADO – 20/09

15h – Show com as bandas: Bad Taste, Atitude!, RND, Cerkelétrika, Drakula, Porrada Solicitada

Entrada: Gratuita
Local: Praça Integração – Av. João Paulo II – Padre Anchieta

21h – Show com as bandas: Os Vulcanicos (RJ) e Chuck Violence (SC)

Entrada: R$ 12 homem / R$ 8 mulher
Local: Kabana Bar – Av. Dr. Romeu Tortima, 485 – Barão Geraldo

22h – Show com as bandas: Periferia S.A, D.E.R, Filhos Bastardos e VxOxSx

Entrada: R$ 15
Local: Woods Music Bar – Rua Erasmo Braga, 6 – Bonfim

dead_fishDOMINGO – 21/09

15h – Show de enceramento com as bandas: Dead Fish (ES), Muzzarelas, Lisabi, AQUëLES!, Don Ramón, Iodo, Slag, Dona HxCélia

Entrada: Gratuita
Local: Concha Acústica – Lagoa do Taquaral – Av. Dr. Heitor Penteado, Portão 2 – Taquaral

*Confira aqui a entrevista que realizamos em 2013 com Daniel Etê, idealizador do festival.

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Prefeitura de Campinas abre edital de seleção para projetos culturais do FICC

O edital de seleção para financiamento de projetos culturais do Fundo de Investimentos Culturais de Campinas (Ficc) 2014/2015 foi publicado nesta terça-feira, 24 de junho, no Diário Oficial do Município, pela Secretaria Municipal de Cultura, com aprovação do Conselho Municipal de Cultura.

Os interessados, pessoa física ou jurídica, em inscrever um projeto artístico e/ou cultural devem ser moradores de Campinas há pelo menos dois anos. O valor dos recursos destinados ao Ficc 2014/2015 para financiamento dos projetos será de R$ 1.989.000,00.

Os projetos podem ser das áreas de Artes Cênicas, Dança, Artes Visuais, Fotografia, Vídeo e Multimeios, Artesanato, Manifestações Populares, Biblioteca, Literatura e Publicações em Geral, Música, Museu, Patrimônio Histórico e Cultural. As inscrições devem ser feitas entre 27 de junho a 10 de agosto de 2014.

Os projetos serão avaliados pela Coordenadoria Setorial de Gestão de Fundos, da Secretaria Municipal de Cultura, em oito critérios. O formulário para inscrição dos projetos deverá ser acessado e preenchido exclusivamente pelo site, no endereço http://sficc.campinas.sp.gov.br ou http://www.campinas.sp.gov.br/governo/cultura, clicar sobre o banner “Ficc – Inscrição para Seleção de Projetos Culturais” e acessar o sistema de inscrição.

novotempo+cultura+ficc.1Good Coffee!