“Mais Uma Madrugada Fria” busca financiamento colaborativo.

Em um quarto de hotel barato no centro da cidade, dois assassinos de aluguel se enfrentam psicologicamente, duelando com palavras afiadas e histórias duvidosa, esse é o enredo do curta-metragem neo-noir “Mais Uma Madrugada Fria” do diretor Eduardo Basile. Baseado em uma história em quadrinhos independente, o filme nos apresenta um submundo alternativo, com personagens que lembram uma versão moderna de faroeste, onde para sobreviver não basta ser o mais forte, mas principalmente ser o mais esperto.

O curta, contemplado no FICC (Fundo de Investimento Culturais de Campinas) e que será rodado entre as cidades de Campinas e Paulínia, também busca apoio financeiro via Catarse, um dos mais famosos e importantes sites de financiamento colaborativo do Brasil.

Click aqui e conheça mais sobre o projeto e como apoio-o.

mais uma madrugada fria

Links:
Catarse: http://www.catarse.me/madrugadafria
Blog: http://www.maisumamadrugadafria.blogspot.com.br
Facebook: http://www.facebook.com/maisumamadrugadafria

Apoie o cinema nacional.

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Pronatec Cultura abre pré-inscrições em Campinas

O Pronatec Cultura é um programa do Governo Federal destinado a ampliar a oferta de cursos de formação profissional na área cultural e incentivar a qualificação, o acesso à renda e o aumento da empregabilidade para os trabalhadores da cultura. Os cursos são gratuitos, destinados a todos os públicos.

folderA Secretaria Municipal de Cultura de Campinas/SP está com pré-inscrições abertas em 11 cursos para o Pronatec Cultura. Trata-se de um pré-cadastro e pesquisa de demanda para o oferecimento de Cursos Técnicos gratuitos na área de cultura e de cursos rápidos para técnicos na área cultural.

Os cursos serão oferecidos desde que tenham demanda mínima de 50 inscritos, segundo normas do Ministério. A inscrição deverá ser feita agora pelo interessado, depois de regulamentado o inicio do curso não serão aceitas inscrições posteriores. As vagas são ilimitadas a princípio, podendo abrir mais de uma turma por curso.
A previsão para início é para o segundo semestre, sem data definida. Depende do calendário do MEC.

Os cursos oferecidos são:

Duração de 1 ano (800 hs)

– Técnico em Cenografia
– Técnico em Eventos
– Técnico em Produção de Áudio e Vídeo
– Técnico em Multimídia

Duração de 3 meses (Pronatec FIC)

– Agente Cultural – 160hs
– Auxiliar de Produção Cultural – 160hs
– Auxiliar de Cenotecnia – 160hs
– Contrarregra – 160hs
– Iluminador Cênico – 160hs
– Operador de Áudio – 150hs

O pré-cadastro deve ser feito no endereço: www.campinas.sp.gov.br, acessar secretarias, cultura e clicar no ícone no canto superior direito: Pronatec Cultura – Pré-Cadastro. Ou clicando aqui.

As inscrições vão até 19 de Abril de 2015.
Mais informações podem ser obtidas pelo telefone: (19)2116-0515 ou pelo e-mail: smc.emcea@campinas.sp.gov.br.

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Documentário sobre Kurt Cobain será exibido no cinema

Texto: Talita Bristotti.

O documentário “Kurt Cobain: Montage of Heck” será exibido nos cinemas de 72 países antes do lançamento oficial na HBO norte-americana, em 4 de maio. Por enquanto, não há previsão de estreia no Brasil.

Montage_of_Heck_posterA ideia de exibir o filme nos cinemas contempla duas questões: mostrar a produção em países que não tem acesso ao canal pago e para que o documentário tenha a possibilidade de concorrer ao Oscar do ano que vem. “Montage of Heck” será lançado em DVD em novembro.

No filme, dirigido por Brett Morgen, Kurt Cobain conta sua própria história por meio de trechos de diários, fitas de áudios e vídeos caseiros. O diretor também entrevistou pessoas próximas ao vocalista do Nirvana. O documentário foi exibido nos festivais de Sundance e de Berlim.

Confira o trailer:

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Comedores de Lixo lança clipe de “Alianças do Medo”

Texto: Talita Bristotti.

O grupo Comedores de Lixo lançou o clipe de “Alianças do Medo”, música que faz parte do disco “Aos Mortos” (2012) – o primeiro registro oficial da banda. Formada por Lawrence (vocal), Roninho (guitarra), Marcel (baixo) e Beto (bateria), a banda de João Pessoa/PB surgiu em 1996.

promoO clipe de “Alianças do Medo” foi lançado no Dia das Mulheres e trata sobre a violência doméstica pela ótica de três mulheres, que sofrem com a vergonha da agressão. Thuany Azevedo, integrante da banda de hardcore feminista Noskill, participa do clipe, que tem direção e roteiro de Pedro Galiza, realização da Recheio Digital e produção da Uhoo! Filmes. Confira o resultado abaixo.

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“Oficina Cultural Hilda Hilst fechará as portas em abril”

Matéria publicada originalmente no site da RAC no dia 21/03/2015 por Delma Medeiros

A Oficina Cultural Hilda Hilst (OCHH), unidade da Secretaria de Estado da Cultura gerenciada pela organização social (OS) Poiesis – Instituto de Apoio à Cultura, à Língua e à Literatura, vai fechar as portas. A entidade, que funciona na Rua Ferreira Penteado, no Centro, será desativada no final de abril e três dos quatro funcionários serão dispensados. Apenas o coordenador, Fábio Luchiari, será mantido e atuará como assessor da Oficina Cultural Carlos Gomes, de Limeira, que se encarregará de gerenciar as atividades da região de Campinas. Oficialmente, a OCHH completa dez anos em 12 de abril, mas efetivamente está em atividade desde 2000, oferecendo oficinas, cursos, palestras e workshops nas áreas de artes cênicas, visuais, comunicação, moda, design, cultura digital, gestão cultural, literatura, marketing, patrimônio cultural e música. De acordo com a Secretaria de Estado da Cultura, o serviço está sendo “reestruturado” e todas as atividades serão mantidas.

OC-Hilda-Hilst_Divulgacao1No total, seis unidades de Oficinas Culturais serão fechadas no Estado pela Poiesis — Campinas, Araçatuba, Araraquara, São João da Boa Vista, Bauru e São Paulo — e absorvidas por outras instituições. “A difusão de atividades para outros municípios das regiões antes atendidas pelas sedes citadas será mantida, no mesmo modelo de parceria com as prefeituras”, afirma a nota oficial da Secretaria. “A OCHH será desativada, mas as programações culturais de Campinas e região serão mantidas por meio de parcerias, gerenciadas pela unidade de Limeira, que contará com a assessoria do atual coordenador da unidade de Campinas”, informou a Poiesis.

“A reestruturação foi definida pela Poiesis, organização social responsável pela gestão do programa Oficinas Culturais, em função da readequação do orçamento estadual, seguindo diretriz de qualificação dos gastos e otimização dos recursos”, informam a Secretaria e a OS. Segundo a nota da Secretaria, “a medida implicará em economia dos valores de aluguel, manutenção e serviços dos prédios desativados, que serão revertidos para a programação cultural”. A Poiesis afirma que todos os projetos artísticos selecionados “seguirão como parte da programação, que tem horizonte trimestral”. Para o 2º trimestre do ano, a OCHH prevê a realização de 17 oficinas, sendo 13 em Campinas e quatro em cidades abrangidas pela unidade.

Apesar da afirmativa de que as atividades não serão prejudicadas, instrutores e participantes das oficinas veem a medida com apreensão. “É uma pena, as oficinas em Campinas sempre têm grande demanda. Estranho Campinas ser absorvida por Limeira, o contrário seria mais razoável. Lamento muito saber disso”, afirma o produtor cultural Reginaldo Menegazzo, que já ministrou várias oficinas de gestão cultural na OCHH, sempre com vagas esgotadas.

“Absurdo, a cidade já tem tão poucos espaços e serviços nesse sentido. É uma perda para quem fornece e para quem quer receber a formação. As oficinas permitem que a população seja protagonista do processo, não faz sentido fechar a unidade e restringir o acesso da população”, diz Estela Tozetti, participante de oficina.

Para o produtor cultural Cabeto Rocker, que iniciou a atividade em Campinas juntamente com o também produtor Marcos Kaloy, a medida é “uma vergonha”. Para ele, como cidade sede da Região Metropolitana (RMC), Campinas tinha de manter a unidade e até ampliar a área de atuação. “O movimento cultural vem perdendo força em Campinas. Sem cultura, Campinas corre o risco de virar uma cidade dormitório. Esta é uma grande perda, uma tristeza.” Em 2014, a Oficina Cultural Hilda Hilst atendeu 1.412 pessoas.

Contrato

O contrato firmado entre a Secretaria de Estado da Cultura e a Poiesis para gerenciamento do programa Oficina Cultural estabelece um repasse de R$ 134 milhões para desenvolvimento das oficinas até 2018. Pelo contrato, para o exercício de 2015, a estimativa de repasse à organização social é de R$ 24 milhões. Já a Poiesis informa que o plano de trabalho ajustado com a Secretaria para 2015 prevê o repasse de R$ 19 milhões, a serem gastos na programação cultural, pessoal e custeio.

Petição

Alguns usuários e apoiadores da Oficina Cultural Hilda Hilst criaram uma petição on line para impedir seu fechamento. Click aqui para assinar a petição em apoio a um dos centros culturais mais importantes dos últimos anos em Campinas/SP.

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Documentário “Viva Viva” é laçando em DVD no Brasil

Viva Viva é um documentário experimental dirigido por Carolina Pfister sobre punks, identidade e a experiência urbana de São Paulo. Em 2013 o filme foi lançado em festivais de cinema nos Estados Unidos e na Cinemateca de São Paulo, além de rodar diversos festivais de cinema pelo Brasil. Foi recentemente lançado em DVD pela produtora do CBGB Music & Film Festival de New York e será distribuído no Brasil pela Ideal Shop. Em Abril começa a ser vendido pela Alternative Tentacles, do lendário vocalista da banda Dead Kennedys, Jello Biafra, além da Amazon Estados Unidos, onde já pode ser assistido via streaming.

dvdcover_viva_vivaCom trilha sonora que conta com Objeto Amarelo, do artista Carlos Issa, e Retórica, do músico Ian Dolabella, Viva Viva é um recorte singular da filosofia punk, “e um retrato dessa cidade que amo e odeio e que tanto me inspirou” diz a diretora. O documentário revisita cenas do filme “Punks” de 1983 (Sarah Yakni e Alberto Gieco) traçando um paralelo entre as realidades não tão distintas dos punks de hoje.

Viva Viva traz uma nova perspectiva sobre o movimento mais de três décadas depois, através de personagens conhecidos e desconhecidos no cenário punk de São Paulo, e bandas como Ratos de Porão, Inocentes, Dominatrix, Cólera, I Shot Cyrus entre muitas outras.

O documentário

Viva Viva foi filmado pela diretora Carolina Pfister entre os anos de 2003 e 2005, com cinematografia adicional de Pierre de Kerchove e assistência de produção de Pedro Carvalho, Kel Figueiredo e Richard Pfister.

Depois das fitas quase se perderem com o furacão Katrina, quando morava em New Orleans, e em um incêndio florestal na Califórnia, seis anos se passaram antes que a diretora finalizasse o projeto. Turbulento do começo ao fim.

Como não poderia deixar de ser, Viva Viva é um testamento “DIY”, o faça-você-mesmo, que começou como sub cultura através do punk nos anos 1970. Primeiro, como método de organizar seus próprios shows e, mais tarde, como a autossuficiência de se completar qualquer projeto por si só. A ética DIY é a essência da ideologia punk, e como movimento de periferia que começou durante a ditadura, “o punk brasileiro é o faça-você-mesmo em sua expressão mais criativa” afirma a diretora, “uma filosofia que ainda influencia minha vida e produção.”


A diretora

Carolina Pfister, hoje radicada em Portland (EUA), deixou o Brasil para um mestrado em cinema experimental logo antes do ataque terrorista de 2001. Em meio a uma onda xenofóbica e um clima incerto, a diretora percebeu um desconhecimento em relação a experiência urbana além das fronteiras do “primeiro mundo”, e uma expectativa folclórica sobre sua produção artística como sul-americana.

Para fornecer um contraponto a uma perspectiva, que achava distorcida e limitada, Carolina buscou um retrato urbano sobre outra brasilidade, mas nem por isso menos autêntica. Em um país conhecido por uma tradição musical fora do rock, o punk trouxe uma expressão catártica mais próxima às realidades urbanas.

Conheça duas gerações que moldam uma cultural global dissidente e criam a trilha do caos urbano. Sob o concreto de São Paulo, os punks nos convidam a abrir os olhos. Viva Viva!

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Nova Odessa promove 1º Festival Grito Rock

Texto: Talita Bristotti.

A cidade de Nova Odessa, na região de Campinas/SP, participa pela primeira vez do circuito oficial do Grito Rock. O festival será promovido no dia 12 de abril, de forma gratuita, na Praça José Gazzeta, na região central da cidade, a partir das 9h. A organização fica por conta do Folclore, projeto de fotografia de Robson Afonso.

grito rockSerão 12 horas de festival e a programação, que contempla música, arte, dança, teatro e fotografia, ainda está sendo definida pela organização. “Não existe evento que dê qualquer visibilidade aos artistas autorais de Nova Odessa. Desde que me lembro, a cidade é muito carente na área da cultura”, avalia Robson. “O Grito Rock é um evento com grandes dimensões e queremos fazer a cidade entrar neste circuito também, além de fomentar a cultura de Nova Odessa”, disse Robson.

Na parte musical, segundo a organização, estão confirmados grupos como Vitex, Roots Favela, Hurry up, Noarf, Ragar, La Makina, Espiral 8 e Eletro Doméstico e também shows acústicos do Meu Ano Fantasma, Bruno Menega e Caravana Delas.

O Folclore

O Folcore é um projeto pessoal de fotografia de Robson Afonso, que tem como objetivo principal mostrar a cena underground da região de Campinas. O projeto faz parte de uma rede de colaboradores de um selo chamado Gabiru Records, que visam criar uma rede de ajuda coletiva e de fomentação do rock autoral.

Para maiores informações sobre o 1º Grito Rock de Nova Odessa click aqui.

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Francisco el Hombre apresenta “La Pachanga!”

A banda Fransisco el Hombre, formada por Sebastián Piracés-Ugarte (voz, violão e percussão) Mateo Piracés-Ugarte (voz e violão) Andrei Martinez Kozyreff (guitarra) Juliana Strassacapa (voz e percussão) e Rafael Gomes (baixo), disponibilizou no último domingo (15/03) o videoclipe da música “La Pachanga!”.

O vídeo com direção e roteiro de Raphael Pamplona, contou ainda com fotografia de Marco Antonio Ferreira e produção de Paulo Vicente e Vivi Neves. Confira!

francisco el hombre

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